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Sedenterismo e obesidade são principais fatores para o câncer de próstata

 
 
 
 

Com 5.350 casos novos por ano em Mato Grosso, o câncer de próstata representa 33,9% das neoplasias que atingem os homens no estado. Os dados são do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Dentre as características da doença, está o desenvolvimento lento e a idade como um dos principais fatores de risco.

“O câncer de próstata tem alta chance de cura, quando rastreado na fase inicial. O crescimento é muito devagar. E na maioria das vezes o paciente não sente nada, por conta deste crescimento indolente”, explica o oncologista Tiago Cerzosimo.

O médico pontua que o rastreio do câncer de próstata acontece de duas formas, pelo exame PSA – que é o de sangue, e o toque retal, que é importante para identificar o tumor já na fase inicial.

Quanto aos fatores de risco, o oncologista explica que o sedentarismo e a obesidade estão entre as potenciais causas que favorecem o desenvolvimento da doença. O câncer de próstata também é estatisticamente mais incidente e agressivo em homens negros.

“Mas a idade é o principal fator de risco. Sendo que merece atenção quem possui antecedentes familiares. O ideal é a realização do exame anual a partir dos 50 anos para quem não é grupo de risco e de 45 anos para quem possui algum fator de risco. Quem apresenta alguma alteração no PSA (exame de sangue) o recomendado é fazer o rastreio a cada seis meses”, explica.

Dentre os sintomas do câncer de próstata – que já aparecem quando a doença está em estágio mais avançado, os mais comuns são dificuldades para urinar, assim como levantar muitas vezes à noite para urinar. O esforço urinário e jato de urina mais fraco são outras características. Em pacientes metastáticos, também surgem dores ósseas, que podem resultar em fraturas que ocorrem com facilidade.

Outro problema recorrente é a trombose, que acaba sendo comum nos pacientes em estágio metastático.

 

“Quem procura acha, mas quem acha cura. Se for esperar sentir alguma coisa para poder procurar o médico, pode ser tarde demais”, pontua o oncologista

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