segunda-feira, 20 maio 2024
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Jovem cita desequilíbrio emocional e influência contra marido; veja vídeo

 
 
 

Em uma entrevista concedida ao lado do esposo Lucas Ferraz, a estudante Katrine Gomes, 20, negou ter sido agredida pelo marido. Ela relatou que, ao pedir ajuda para outras pessoas, foi incitada a “dizer coisas” contra sua vontade. “[Lucas] sempre me deu carinho”. 

A reportagem com o casal foi ao ar nesta terça-feira (20) no programa Cadeia Neles, da TV Vila Real (Canal 10.1). Lucas, por sua vez, se defendeu e disse que sua esposa foi “baldeada” de carro em carro e incitada a falar coisas.   

A estudante de Direito disse que tem crises de ansiedade, crise de pânico, faz acompanhamento psicológico e psiquiátrico há 6 anos. Segundo Katrine, no final de semana da ocorrência ela não bebeu. Na casa onde ocorria a confraternização onde estava com Lucas, disse que viu uma pessoa “olhando muito” para seu esposo. 

“Nesse dia cheguei em casa decepcionada e cheia de situações que eu criei na minha cabeça, perguntando pro meu marido com quem que ele tava… Situações criadas por mim”, relata. 

Em seguida, ela disse que teve uma crise de pânico e começou a socar a parede. “Entrei no quarto, fiquei de joelho e comecei a bater a cabeça na cama”. 

Ela diz ainda que Lucas a levou para o pronto atendimento. Questionada por um médico sobre os hematomas, a estudante disse que supostamente teria fraturado o nariz e pediu um medicamento sob a alegação de estar muito ansiosa. Nesse meio tempo, Ferraz retornou para casa para buscar a documentação dela.  

Em seguida, após o atendimento, o casal retornou para casa. Segundo Katrine, ela esperou um momento de descuido do esposo, pegou o carro e saiu sem rumo. “Eu estava muito nervosa, liguei para pedir ajuda, não estava bem psicologicamente”.  

A ligação a qual ela se refere foi feita para uma das pessoas que aparece em um áudio no qual, de dentro de um carro, Katrine relata ter sido agredida por Lucas. Assim como no depoimento, ela nega o ataque por parte do marido e disse que “foi coagida e instigada a falar coisas” .  

“Começaram a falar comigo, me perguntar coisas, falar mal do meu esposo, falar mal de todo mundo”, relata. “Eu tenho devaneios, eu não consigo distinguir o que é verdade e o que não é”.  

Após conversar com as pessoas dentro de um veículo, Katrine retornou ao pronto atendimento e foi atendida por outro médico. Lá, havia uma guarnição policial. Aos policiais, ela reforçou a versão de que teria fraturado o nariz. Sobre o áudio, ele diz ter se recordado após o delegado mostrar a gravação.   

“Depois que ele me mostrou [o áudio] que eu fui entender que as pessoas que estavam ali tentaram, de todas as formas, me colocar contra o meu esposo, uma pessoa que sempre teve do meu lado, em todos os momentos sempre meu deu apoio, me deu carinho, me deu respeito”.  

Katine realizou exame de corpo delito no Instituto Médico Legal (IML). O laudo deve ficar pronto em alguns dias. Contudo, inicialmente, o perito afirmou que as lesões que ela apresentava não poderiam ter sido causadas por ela. 

“Diante disso, foi instaurado um inquérito policial para apurar o caso. O suspeito responde por violência psicológica, lesão corporal e ameaça qualificada no contexto de violência doméstica”, disse o delegado Gustavo Espíndula de Souza, responsável pelo caso.

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