quarta-feira, 5 agosto 2026
21.2 C
Nova Olímpia
- Publicidade -
Dengue
- Publicidade -
Inst. BioFlores

Você conhece a história da origem do pedágio indígena em Campo Novo do Parecis? Saiba como surgiu a cobrança

A cobrança de passagem na MT-235, trecho que corta a Terra Indígena Paresi, permanece em vigor entre Campo Novo do Parecis e Sapezal. O debate voltou à tona após a circulação de um vídeo nas redes sociais que questiona a prática e sugere irregularidade. A taxa, conhecida como pedágio indígena, é defendida como direito de passagem pelos povos da região.

A tarifa existe desde 1997, resultado de um acordo com a Procuradoria Federal durante a pavimentação da rodovia. Participantes da comunidade Paresi afirmam que o dinheiro arrecadado é revertido para as próprias aldeias, em áreas como saúde, educação e infraestrutura local. A rota é utilizada por caminhões e veículos de escoamento da produção agrícola.

O trecho da MT-235 funciona como atalho logistico importante, reduzindo distâncias para Sapezal e outros polos produtores. Sem a passagem pela Terra Indígena Paresi, a viagem pode exigir cerca de 250 quilômetros a mais. A região conecta também cargas destinadas à hidrovia do Rio Madeira.

A cobrança é administrada por duas associações Paresi, a Wáimare e a Halitinã. Segundo lideranças ouvidas anteriormente, os recursos são distribuídos entre as famílias das aldeias mensalmente. O governo estadual e a Funai acompanham a prática desde o início, sem detalhar o funcionamento atual da arrecadação.

A origem do pagamento está vinculada a acordos para permitir a pavimentação da estrada dentro da Terra Indígena. Ao longo dos anos, a prática ganhou notoriedade entre motoristas que passam pela região, gerando debates sobre legalidade e fair play. Em 2017, o portal O Livre já havia traçado esse cenário com as lideranças Paresi.

O Estradão tentou ouvir representantes Paresi para esclarecer o funcionamento atual, mas não houve entrevista. A reportagem continuará acompanhando a evolução do tema e os desdobramentos da cobrança na MT-235, que persiste como ponto de tensão entre logística regional e direitos das comunidades indígenas.

Fonte: Portal Tela

- Publicidade -
Menina de Luxo
- Publicidade -
abaixo do destaque
jujava
- Publicidade -
A Barateira

Compartilhe

Popular

Veja também
Relacionados

Jesus cura a filha de uma mulher cananéia, graças à sua fé

Quarta-feira da 18ª semana do Tempo Comum Evangelho Mt 15,21-28 Naquele tempo, Jesus...

Feijão cozido com maça de peito

Ingredientes 500 g de maça de peito, 2 copos...

Copa Quarentão tem dois grandes confrontos nesta terça-feira em Nova Olímpia

A 2ª Copa Nova Olímpia de Futebol Society Quarentão...
Feito com muito 💜 por go7.com.br