terça-feira, 23 julho 2024
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Mauro e Márcia já gastaram mais que o dobro da arrecadação de campanhas

 

Os candidatos ao governo de Mato Grosso gastaram mais o dobro do dinheiro que conseguiram arrecadar em 33 dias de campanha eleitoral. As dívidas são das contas do candidato à reeleição, Mauro Mendes (União Brasil), e da primeira-dama de Cuiabá, Márcia Pinheiro (PV). 

A página Divulgacand, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mostra que Mauro Mendes arrecadou até o momento R$ 1,9 milhão para sua campanha. A quantia é composta principalmente por doações dos diretórios nacional (R$ 1,4 milhão) e estadual (R$ 445 mil) do União Brasil. 

Ele também recebeu doações acima de R$ 5 mil de duas pessoas físicas e do senador Wellington Fagundes (PL), especificamente R$ 8,7 mil. Por outro lado, a despesa é duas vezes maior e já soma R$ 4,1 milhões. 

O grosso dos gastos da campanha de reeleição está em publicidade com materiais impressos, como adesivos e santinhos, somando R$ 1,1 milhão até agora. Os programas de TV e rádio, incluindo jingles, custaram R$ 901.500. Os serviços com advogados e ações judiciais estão em R$ 450 mil. 

Márcia Pinheiro é a segunda concorrente mais gasto do que dinheiro em caixa. A campanha dela conseguiu doações de 909.997 e gastou quase três vezes mais, R$ 2,8 milhões. 

Os principais doadores da primeira-dama são os diretórios do Progressistas (PP), partido de sua aliança de campanha, com R$ 400 mil, e direção nacional do PV, também com R$ 400 mil. Também entraram na conta as doações de R$ 90 mil do candidato ao Senado, Neri Geller (PP), e outras duas de R$ 5 mil e R$ 10 mil em nome de pessoa física. 

Já o maior gasto foi feito com programas de rádio e TV e a produção de jingles, ao preço de R$ 1,4 milhão. A publicidade com materiais impressos custou R$ 477.206. A campanha da primeira-dama também já gastou R$ 207.562 com alugueis de carros. 

Moisés Franz (Psol) informou à Justiça Eleitoral que arrecadou R$ 214 mil, transferidos pelo diretório de seu partido, e gastou R$ 97,8 mil. O pagamento pelos serviços de advogados custou maior fatia até agora, R$ 30 mil. 

O pastor Marcos Ritela (PTB) ainda não informou o que recebeu e nem quanto gastou até o momento. 

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