segunda-feira, 20 maio 2024
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Da bancada de MT no Senado, Jayme esteve alinhado com Lula em 80% das votações em 2023

Apesar das críticas pontuais a setores do governo, o senador Jayme Campos (União) esteve com a base de Lula em 80% das votações de projetos de interesse do Executivo, no ano legislativo de 2023. Da bancada de Mato Grosso, foi o mais alinhado com a situação, conforme dados do Radar do Congresso, levantados até 26 de dezembro.
Jayme votou favorável, por exemplo, ao projeto que taxa fundos exclusivos e ‘offshores’. O índice é calculado a partir das votações do parlamentar que seguiram ou não a orientação do líder do governo. Votos iguais à orientação (sim ou não) aumentam o índice; qualquer opção diferente da orientação (seja sim, não, abstenção ou falta), diminuem o índice de governismo.
Não aparecem no gráfico os parlamentares que não atingiram o nível mínimo de votações para o cálculo do índice.
Dos três representantes de Mato Grosso, Wellington Fagundes (PL), que se afastou do cargo por 120 dias, foi quem mais votou contra o interesse do governo Lula. Esteve com a base governista em apenas 55% das votações que participou. No período de licença, foi substituido pelo suplente Mauro Carvalho (União), que não teve votação analisada pela plataforma do Congresso em Foco.

Já Margareth Buzetti (PSD), que apoiou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), votou pró-Lula em 75% das votações que participou. Em muitas delas, acabou não participando, já que o titular da cadeira, o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro (PSD), retornou ao cargo por ao menos três oportunidades apenas para garantir mais votos favoráveis ao Executivo. Isso aconteceu, por exemplo, na votação da Proposta da Emenda à Constituição (PEC) que restringe decisões dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), em novembro.

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