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Bancada de MT no Congresso terá perfil mais à direita, mas não fará resistência a Lula

 

A próxima bancada de Mato Grosso no Congresso Nacional terá um perfil de centro-direita, mas não deverá fazer oposição forte a um eventual governo do candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT). 

Cinco dos 11 políticos que vão exercer mandato a partir de 2023 são do Partido Liberal (PL), grupo político do presidente e candidato Jair Bolsonaro. Todos foram eleitos ou reeleitos no domingo (2). 

A Câmara Federal concentra a maioria. O PL em Mato Grosso acompanhou o quadro nacional e elegeu surpreendentes quatro candidatos – José Medeiros, reeleito para mais quatro; Abilio Brunini, coronel Fernanda e Amália Barros. 

“A surpresa não foi só porque eles são candidatos do PL, mas são candidatos bem votados. Eles conseguiram tanto uma votação individual expressiva quanto a força de votação no partido e o resultado disso foi a eleição para quatro vagas”, diz o cientista político João Edisom. 

Na “cola” de Bolsonaro

Todos conseguiram ser eleitos com alguma exploração da imagem de Bolsonaro. Medeiros é a figura mais destacada, ocupando a função de vice-presidente do governo na Câmara e Abílio deve preencher a vaga deixada por Nelson Barbudo (PL). 

Segundo João Edisom, a figura com tendência ainda não muito clara é Amália Barros, jornalista que usou a ex-ministra Damares Alves na campanha. 

O senador Wellington Fagundes fecha o grupo do PL com mandato. Ele foi reeleito para o cargo como “o candidato de Bolsonaro”, mas foi questionado tanto pela ala da esquerda quanto pela ala da direita sobre seu perfil político. Wellington já esteve nos dois lados. 

No centro

Os outros quatro deputados federais eleitos são: Fábio Garcia (União Brasil), coronel Assis (União Brasil), Juarez Costa (MDB) e Emanuelzinho (MDB). 

“Não podemos dizer do Juarez Costa e Emanuelzinho que são direita, apesar de tenderem para esse lado. Eles estão centro, vão fazer negociação para exercer seus mandatos. Eu não vejo problema os demais eleitos, no caso de uma vitória do Lula”, afirma o cientista. 

A posição mais ao centro são os traçados marcantes também dos demais dos candidatos eleitos, tendo os senadores Jayme Campos (União Brasil) e Carlos Fávaro (PSD) no fechamento do quatro.

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