quinta-feira, 13 junho 2024
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Com Lula diplomado, Brasil se prepara para assistir retorno ao poder de um ícone da corrupção

O Brasil assistiu hoje, no início da tarde, à diplomação do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e do vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB). O ato oficial foi conduzido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Com a diplomação do petista, o País se prepara para o retorno de um símbolo da corrupção ao poder, com processos ainda a ser julgados pela Justiça Federal, em Brasília, e que se elegeu num processo eleitoral longe de assegurar ao cidadão a total transparência, já que o TSE se negou a permitir a análise dos códigos fontes do sistema de totalização dos votos e que, por isso, impregnou o pleito com o odor da desconfiança.

Lula, vale lembrar, chegou a ser preso por corrupção no dia 07 de abril de 2018, após o se entregar à Polícia Federal no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo. O petista, à época qualificado como “petralha”, ficou 580 dias na cadeia, mas foi solto pelo Supremo Tribunal Federal, que entendeu que o então condenado tivesse de ser julgado pela Justiça Federal em Brasília, e não em Curitiba, origem da Operação Lava-Jato, que escancarou ao Brasil e ao mundo o maior de todos os esquemas de corrupção, perpetrado justamente quando Lula foi presidente da República, entre 2003 e 2010.

Diplomação

O evento de diplomação começou às 14h25 e foi realizado no plenário do TSE, em Brasília. Cerca de 400 convidados estavam presentes, entre eles, parlamentares, ministros de tribunais superiores e representantes de governos estrangeiros.

Os ex-presidentes José Sarney e Dilma Rousseff também participaram da cerimônia.

Do lado de fora, forte esquema de segurança foi montado para proteger a sede da Corte.

 

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