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6 animais extintos que poderiam ser ressuscitados

Animais extintos na natureza são uma realidade presente há milhões de anos, devido aos diferentes momentos pelo qual o planeta já passou. Extinções em massa, asteroides assassinos de dinossauros, interferência humana, eras do gelo e mudanças climáticas são alguns dos fatores por trás da extinção de diferentes espécies animais.

 

Mas há alguma forma de “desextinção”? Ou seja, de trazer uma espécie de volta ao mundo? A ciência de clonagem ainda está em sua infância, mas seria a alternativa mais viável, e muitos cientistas acreditam que é apenas questão de tempo até que isso ocorra. Para clonar um animal, os cientistas precisam encontrar seu DNA de forma quase completamente intacta.

Algumas espécies, por isso, têm um potencial maior de retorno, pois seu material genético foi preservado em fósseis ou artefatos. Isso considerado, listamos abaixo alguns animais extintos que poderiam sair dos livros científicos e filmes para a realidade contemporânea.

Mamute-lanoso

Imagem: Mauricio Antón / Wikimedia Commons

mamute-lanoso é um dos animais extintos que poderiam retornar. Muitos espécimes ainda permanecem no pergelissolo da Sibéria. Paleogeneticistas, cientistas que estudam material genético preservado, já sequenciaram o genoma do mamute-lanoso. 

A pesquisa acerca do genoma, assim como do material genético, levou à ideia de criar um mamute-lanoso através da clonagem, ou editando o genoma do seu parente vivo mais próximo, o elefante-asiático.

Lobo-da-tasmânia

Imagem: Domínio Público

O lobo-da-tasmânia foi um animal nativo da Austrália, e o maior marsupial carnívoro dos tempos modernos. O animal foi extinto na década de 1930, principalmente devido às mudanças climáticas, caça e falta de diversidade genética. 

Como a extinção é recente, espécimes remanescentes intactos do animal, preservados em frascos. Alguns tilacinos montados em taxidermia em museus também podem reter DNA. Muitas pessoas na Austrália apoiam a “desextinção”, e o habitat natural dos animais ainda existe.

Íbex-dos-pirenéus

Imagem: Domínio Público

Tecnicamente, a clonagem de animais extintos já aconteceu: o íbex-dos-pirenéus recentemente foi o primeiro animal extinto a retornar

O feto clonado, que continha DNA reanimado do último íbex-dos-pirenéus vivo, foi realizado com sucesso após ser implantado no útero de uma cabra doméstica viva. Ela foi a única de 154 cabras a conseguir levar o processo até o fim. Apesar do íbex ter morrido de dificuldade pulmonar sete minutos após o nascimento, o feito deu espaço para programas de preservação de espécies extintas através da clonagem. 

Tigres-dente-de-sabre

Imagem: Sfocato / Shutterstock

O tigre-dente-de-sabre é um dos mais emblemáticos e conhecidos dentre os animais extintos que viviam na pré-história. Espécimes fósseis sobreviveram até os tempos modernos, graças aos habitats frígidos que essas criaturas ocupavam.

Antigos depósitos de alcatrão, como os de La Brea Tar Pits, preservaram espécimes intactos, embora não se saiba se há DNA antigo suficiente para criar um banco de dados.

Apesar da ideia parecer empolgante, ela é difícil de ser executada na prática, pois seria necessário ter uma espécie capaz de carregar o embrião, além de criar o filhote nascido num habitat adequado.

Moa

Imagem: Domínio Público

Essas enormes aves não voadoras, similares em aparência com emas e avestruzes, mas sem vestígio de asas, já foram uma das maiores aves do mundo. Como foram extintas há cerca de 600 anos na Nova Zelândia, suas penas e ovos ainda podem ser encontrados relativamente intactos.

Cientistas já conseguiram extrair o DNA da espécie usando cascas de ovos e mapear seu genoma.

Dodô

Imagem: Domínio Público

Um dos animais extintos mais notórios, o dodô foi extinto em apenas 80 anos após sua descoberta. Como o seu habitat original, a Ilha Maurícia, não tinha predadores naturais, o dodô não desenvolveu defesas efetivas em sua evolução. Essa falta de instintos levou à sua extinção através de marinheiros, que os caçavam em busca de comida.

Espécies invasivas introduzidas através das embarcações dos marinheiros também consumiram a vegetação que constituía a dieta do dodô, assim como seus ovos, criando o fator primário responsável por sua extinção.

Os cientistas têm esperança de recuperar o dodô se conseguirem recolher dados de DNA o suficiente para implantá-lo nos ovos do seu parente moderno, o pombo.

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