quarta-feira, 12 junho 2024
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Homem é condenado a 22 anos de prisão por matar esposa na frente dos filhos

 
 
 
 

Francisco Antônio Vieira de Alencar foi condenado pelo Tribunal do Júri da comarca de Alta Floresta (a 803km de Cuiabá) a 22 anos de reclusão, pela morte da ex-companheira, Ironi Silva de Quadros, a facadas. A pena será cumprida inicialmente no regime fechado e Francisco não pode recorrer em liberdade. O Conselho de Sentença reconheceu a autoria do crime e a qualificadora de motivo torpe, em sessão de julgamento no dia 5 (segunda-feira).

O homicídio aconteceu em dezembro de 2007, no bairro Cidade Alta, em Alta Floresta. A vítima havia se separado de Francisco duas semanas antes do crime.

Mesmo após o rompimento, eles mantiveram uma relação harmoniosa. Contudo, pouco antes do crime, o homem passou a procurar incessantemente a ex-companheira, inclusive na casa de amigos e na residência que fora do casal. Ele chegou a falar para um dos filhos da vítima, Edson Antônio de Quadros, que mataria Ironi. 

Ao ouvir a ameaça, Edson “deu um chute na bicicleta do denunciado, que caiu no chão, mas, de imediato, levantou-se com uma faca de 15 cm de lâmina em uma das mãos, partindo para cima do jovem e causando-lhe ferimentos”.

Ao ver a situação, Ironi foi ao encontro de Francisco, de mãos dadas com o outro filho, de apenas 5 anos de idade, a fim de evitar que o filho mais velho fosse morto. Ao ver a mãe se aproximando, Edson correu para uma cerca e se apropriou de uma ripa para defender a mãe.

Entretanto, ao ver Ironi, Francisco correu em sua direção e imediatamente desferiu-lhe um profundo golpe com a faca. O homem ainda empurrou a vítima em direção a um muro e a imprensou, golpeando-a novamente. A mulher morreu no local logo após as facadas.

“O denunciado, com vontade livre e consciente de matar, desferiu três sucessivos e profundos golpes de faca na vítima Ironi Silva de Quadros, sua ex-companheira, com quem vivera em união estável por aproximados doze anos”, argumentou o Ministério Público de Mato Grosso, na denúncia.  

 

Diante dos fatos, foi reconhecido crime por motivo torpe, e Francisco condenado a 22 anos de prisão.

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