terça-feira, 19 maio 2026
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Nostalgia pura: Os 25 melhores jogos de Super Nintendo

Descubra os jogos de 16-bits que definiram toda uma geração  

Você se lembra como era um domingo no shopping, babando nas vitrines e tendo a difícil missão de escolher um único cartucho que ia ter que durar por meses a fio? Ou melhor ainda: a glória que era correr para a locadora de games perto de casa na sexta-feira, alugar aquela fita cobiçada (torcendo para ninguém ter alugado antes), e passar o fim de semana inteiro jogando com os amigos até devolver no domingo à noite? Ah, que saudade dos anos 90!

O Super Nintendo (ou SNES, para os íntimos) definiu o que era ter uma infância gamer nessa época mágica. O lendário console de 16-bits da Nintendo entregou clássicos tão influentes que continuam ditando as regras de RPGs e jogos atuais mais de 30 anos depois.

A boa notícia é que, graças ao Nintendo Switch Online (e sem precisar assoprar fita!), muitas dessas pérolas estão acessíveis hoje. Então, prepare o coração e o hype, porque nós mergulhamos no passado para ranquear os 25 melhores jogos de SNES de todos os tempos. Bora pra lista?

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Super Ghouls ‘n Ghosts (1991)

A definição de masoquismo gamer!

Sabe aquele jogo que te faz morrer infinitas vezes, enfrentar exércitos de demônios, insetos, zumbis e fantasmas, só para te mandar fazer tudo de novo no final? Pois é! A dificuldade insana não afastava ninguém; na verdade, controlar o Sir Arthur era completamente viciante.

A gente dava boas risadas quando um golpe deixava o herói apenas de cueca no meio da tela, mesmo sabendo que o próximo hit era morte na certa. Amar uma dificuldade tão absurda é o que garante o espaço desse título em nossos corações.

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TMNT: Turtles in Time (1992)

Porrada, pizza e viagem no tempo!

A Konami pegou o que já era incrível nos fliperamas clássicos das Tartarugas Ninja e elevou à décima potência com um tempero especial: viagens no tempo. Bater no Clã do Pé em cenários que iam desde os dinossauros até a “Big Apple” às 3 da manhã era o ápice dos brawlers de ação.

Fala sério, as batalhas contra os chefões eram insanas, e até hoje a trilha sonora desse jogo — especialmente a da batalha final — faz os fãs balançarem a cabeça no ritmo.

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ActRaiser (1990)

O balanço perfeito entre descer a porrada e bancar o arquiteto

Lançado logo na janela inicial do console, esse título fez o impensável para a época: dividiu sua gameplay em duas partes totalmente diferentes e acertou em cheio nas duas.

Você começava possuindo uma estátua com sua energia divina para fatiar monstros e, logo depois, com a área limpa, assumia o papel de um anjo trabalhador para reerguer a civilização como um simulador de cidades. Tudo isso embalado por uma das melhores trilhas sonoras já feitas. Único e insubstituível!

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Pilotwings (1990)

O simulador de voo que deixou todo mundo de queixo caído

No dia do lançamento, a Nintendo precisava de uma “demo técnica” para esfregar na cara de todo mundo o que a rotação e o redimensionamento do “Mode 7” podiam fazer. O resultado foi esse simulador de voo absurdamente divertido.

Seja saltando de paraquedas, pilotando biplanos, helicópteros militares, asa-delta ou usando um cinto-foguete, o jogo trazia uma sensação de voo impensável nos consoles anteriores e um fator de rejogabilidade gigantesco.

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Star Fox (1993)

Um salto poligonal (e muitos barrel rolls!)

Ver gráficos 3D na sua TV com o Super Nintendo parecia bruxaria, mas era só o pioneiro chip Super FX trabalhando! Esse combate aéreo sobre trilhos nos colocou na pele de animais pilotos explodindo o exército de Andross.

Era incrível desviar de obstáculos e dar os famosos barrel rolls. A gente só mudaria uma coisinha nessa joia: o Slippy Toad. Que sapo chato, a gente não queria ter nada a ver com ele!

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NBA Jam: Tournament Edition (1995)

Enterradas absurdas e convidados surreais

“HE IS ON FIRE!” Quem nunca gritou isso de madrugada depois de acertar três cestas seguidas? Esse clássico quebrou tudo nos fliperamas e fez o mesmo nos consoles, trazendo enterradas que desafiavam as leis da gravidade.

A melhor parte era a insanidade dos personagens desbloqueáveis. Você começava com mascotes como o Touro Benny, e do nada estava jogando com o Príncipe de Bel-Air, o Príncipe da Inglaterra e até a Família Presidencial dos EUA pulando a metros do chão!

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Kirby Super Star (1996)

Um banquete cor-de-rosa de despedida

Quando o N64 já estava dominando, nossa bolota rosa favorita entregou um dos pacotes mais generosos do SNES. O cartucho vinha recheado com quatro aventuras do tamanho de Dream Land, além de uma caça a itens robusta.

E não parava por aí: tinha arena de chefes e minigames que realmente valiam a pena jogar. Marcou o momento em que a Nintendo experimentou e brincou muito bem com a fórmula da franquia.

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Contra 3: The Alien Wars (1992)

O verdadeiro filme de ação em 16-bits

Tiro, porrada, bomba, chefões titânicos e power-ups malucos. Esse shooter 2D era um ataque absoluto aos sentidos! A Konami conseguiu criar um clima tão tenso, com efeitos e músicas perfeitamente encaixadas, que o jogo sugava você para a tela como um verdadeiro filme de ação.

A terceira fase sozinha já tem uma intensidade absurda que pouquíssimos jogos modernos conseguem igualar. O ápice da ação no SNES!

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Donkey Kong Country (1994)

A dupla que revolucionou o fotorrealismo

Gráficos praticamente fotorrealistas em um console de 16-bits? Nossas mentes explodiram! Mas a mágica da Rare não ficava só no visual: a jogabilidade era intocável. Donkey e Diddy tinham estilos próprios, mas ambos eram perfeitos em correr, pular, dar estrelinhas e calcular o tempo exato de cada movimento.

De quebra, ainda podíamos pular em inimigos, montar em animais, explorar de carrinho de mina e curtir as fases aquáticas mais relaxantes já feitas no gênero.

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F-Zero (1990)

Velocidade de quebrar o pescoço no futuro

Corridas flutuando a quilômetros de altura sobre uma cidade futurista! F-Zero usou os truques do Mode 7 logo no primeiro dia do console para entregar uma velocidade alucinante que o saudoso Nintendinho jamais sonharia em suportar.

A direção de arte criava todo um universo na nossa cabeça, mas o brilho real estava no controle preciso, exigindo habilidade pura de quem quisesse chegar em primeiro.

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Mega Man X (1993)

O robô azul ganha uma armadura novinha em folha

Como modernizar um personagem mega popular que já estava envelhecendo? A Capcom deu a resposta ao atualizar Mega Man com novas habilidades e uma história mais séria, criando uma experiência familiar, mas incrivelmente fresca.

A exploração aqui era profunda: descobrir power-ups escondidos e usar as armas dos chefões contra os amiguinhos deles criava uma aventura muito mais imersiva e inovadora.

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Super Punch-Out!! (1994)

A dança perfeita no ringue

A Nintendo pegou a fórmula viciante do jogo original de boxe e adicionou uma camada estratégica para quem quisesse mergulhar de cabeça. Com lutadores gigantes e animações hilárias, o segredo aqui era ler os padrões do inimigo.

Os controles eram tão precisos e a resposta tão cirúrgica que, se você decorasse tudo, conseguia fazer lutas 100% perfeitas, sem tomar um único arranhão!

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Super Mario RPG: Legend of the Seven Stars (1996)

Quando o encanador dominou as batalhas por turnos

Em 1996, enquanto todo mundo só pensava no futuro lançamento do Nintendo 64, a Nintendo se juntou à gigante Squaresoft para lançar um RPG por turnos que mudou a história.

Era o balanço perfeito: acessível para os novatos, mas desafiador o suficiente para os veteranos, com uma história épica de cair o queixo. De quebra, nos presenteou com personagens lendários que fazem qualquer fã suspirar até hoje, como Geno e Mallow.

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Tetris Attack (1995)

O quebra-cabeça que destruía corações e amizades

Se você acha que Tetris normal é o melhor puzzle que existe, é porque não provou do vício do R&D2 da Nintendo! Trocar blocos coloridos rapidamente enquanto a tela subia sem parar gerava uma tensão absurda.

Misture isso com as artes lindas inspiradas em Yoshi’s Island, uma música chiclete e a alegria sádica de jogar um bloco de lixo gigante na tela do seu amigo no modo versus, e você tem uma obra-prima infinita.

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Super Castlevania 4 (1991)

O ápice linear dos caçadores de vampiros

Muito antes de Symphony of the Night inaugurar a exploração solta do estilo Metroidvania, este jogo serviu como a aventura linear definitiva — e um desfile do poder do SNES.

O jogo abusou do Mode 7, efeitos espaciais (parallax) e transparências fantasmagóricas para criar chefões altíssimos e um clima de tirar o fôlego. O visual e a música casavam tão bem que humilhavam seus primos de 8-bits.

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Secret of Mana (1993)

O RPG de ação que antecipou o futuro

No mar de RPGs fantásticos do console, Secret of Mana revolucionou ao abandonar a lentidão dos turnos. Você controlava um herói em tempo real e ditava ordens para os outros dois companheiros na tela de uma vez só!

O sistema de batalha fluía de forma incrível, mas o que realmente cravou essa aventura na história foi sua atmosfera densa, a trilha sonora impecável e o marco narrativo cinematográfico que inspiraria o gênero dali em diante.

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Final Fantasy 3 (1994)

A obra de arte emocional que desafiou pixels

Vamos direto ao ponto (e desfazendo a confusão de nomes: estamos falando de Final Fantasy 6!). O jogo brilha com um elenco gigantesco e uma trama sombria onde os heróis perdem miseravelmente a batalha, o mundo acaba, e eles precisam juntar os cacos para tentar de novo.

Conseguir contar uma jornada emocional desse calibre usando apenas um cartucho de plástico e um controle de SNES é a prova de que estamos diante de uma verdadeira obra de arte. Muitos argumentam ser superior ao amado Final Fantasy 7.

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Super Mario Kart (1992)

O início da guerra de cascos e fofura

Houve um tempo em que jogos de corrida se levavam muito a sério e tentavam focar apenas no realismo… até o Mario aparecer! Colocar personagens adoráveis em karts atirando cascos e ataques uns nos outros era uma ideia insana e inovadora.

Passar por cima daquelas moedas nos simpáticos circuitos 2D mudou as corridas virtuais para sempre, entregando um charme que continua irresistível até hoje.

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7. Earthbound (1994)

RPG moderno, psicodélico e bizarro!

Fugindo totalmente do cenário de fantasia medieval, Earthbound vinha em uma caixa gigante (com direito a adesivo com cheiro de vômito no guia!) e se orgulhava de ser estranho.

O jogo usou a mecânica tradicional dos JRPGs, mas temperou o mundo moderno com cores psicodélicas, humor riquíssimo e muita espiritualidade. O grande clímax da aventura esconde um dos melhores e mais assustadores finais da história, mas que exaltava o puro amor e a amizade.

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Super Mario World 2: Yoshi’s Island (1995)

O design perfeito mascarado por giz de cera

Enquanto os jogos queriam ser edgy e sombrios nos anos 90, Miyamoto fez a equipe do Mario abraçar o visual “fofinho”, como se tudo fosse pintado a giz de cera. Mas não se engane com a fofura: por trás disso existia um design de fases absurdamente sofisticado.

O jogo foi moldado em torno do Yoshi — flutuar, atirar ovos, dar “bundadas” no chão — e entregou chefões inesquecíveis. A gente só precisava ter nervos de aço para aguentar o choro desesperador do Baby Mario!

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Street Fighter 2 Turbo (1992)

A velocidade máxima da porradaria

Esse é O jogo de luta absoluto do Super Nintendo. Ele não apenas pavimentou o caminho da porradaria 2D que a gente já amava, como trouxe a aclamada “Hyper Fighting”, a velocidade absurda que testava o reflexo dos jogadores.

De quebra, finalmente fomos abençoados com a possibilidade de selecionar e jogar com os quatro grandes chefões: Balrog, Vega, Sagat e M. Bison. Um prato cheio para os fãs mais radicais.

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Super Mario World (1994)

O jogo de lançamento que beirou a perfeição

Superar a lenda que foi Super Mario Bros. 3 parecia impossível, mas a equipe de desenvolvedores da Nintendo fez exatamente isso na transição de console. Lançado junto com o próprio videogame, a nova aventura vibrava em cores que humilhavam a concorrência.

Novos truques, níveis profundos e o grandioso palco onde fomos apresentados ao dinossauro Yoshi pela primeira vez. Como pode um jogo que já vinha na caixa do console ser tão revolucionário?

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Super Metroid (1994)

Uma aula silenciosa de atmosfera e exploração

A Nintendo pegou tudo o que sabia e condensou no planeta alienígena de Zebes. Super Metroid adicionou mapas, novos poderes e entupiu o jogo de detalhes macabros e claustrofóbicos.

O gênio da obra estava na sutileza: em vez de gritar a história na sua cara com diálogos mastigados, o jogo usava o próprio ambiente e os efeitos musicais para criar o clima de isolamento. O conceito de explorar, ganhar poderes e retornar para abrir portas inspirou e continua inspirando os gigantes da atualidade.

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Chrono Trigger (1995)

A viagem no tempo que redefiniu o gênero

O último grande JRPG da era de ouro antes que as cutscenes espalhafatosas tomassem conta. A história começa com um herói silencioso que prefere dormir, e evolui para um grupo genuíno de amigos tirados de vários períodos do tempo tentando salvar a realidade.

Sem um emaranhado confuso, a equipe dos sonhos do Japão arquitetou um clímax fantástico coroado com um final emocionante e inesquecível (repleto de balões com clima à la Miyazaki). Uma verdadeira magia que aconteceu direto no seu SNES.

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The Legend of Zelda: A Link to the Past (1991)

A lenda insuperável dos 16-bits

Não é apenas o melhor jogo de Super Nintendo, e nem apenas a melhor experiência 2D do Link. Estamos falando de um dos maiores jogos da história da humanidade. O conceito de transitar entre o Mundo da Luz e o Mundo das Trevas expandiu o escopo da aventura a níveis inimagináveis.

Cada puzzle brilhantemente pensado, um combate afiado que te forçava a usar novos equipamentos num mundo aberto… A cada conquista, o jogo se desdobrava organicamente. A perfeição não existe nos games, mas A Link to the Past chega assustadoramente perto disso!

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