Moradores de Juína, Alta Floresta, Confresa e Tangará da Serra seguem na expectativa de conclusão e funcionamento dos quatro novos hospitais regionais que vêm sendo construídos pelo Governo de Mato Grosso. Até o momento, somente a construção do Hospital Regional de Alta Floresta tem mais de 90% dos trabalhos concluídos.
A Secretaria de Estado de Saúde (Ses) garante que tem avançado na construção dos Hospitais Regionais de Alta Floresta, do Araguaia (em Confresa), de Juína e de Tangará da Serra ao longo do ano. No entanto, a entrega das unidades, construídas simultaneamente pelo Governo de Mato Grosso e que irão atender casos de média e alta complexidade, estava prevista para 2024.
Pelo projeto arquitetônico, cada unidade possui uma área total de cerca de 18 mil m², entre edificação principal e edificações periféricas. “Esses quatro grandes hospitais estão sendo construídos de forma simultânea em municípios polo de cada região do estado, com o objetivo de cobrir vazios assistenciais de saúde em Mato Grosso”, informou o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, por meio da assessoria. “Após a inauguração das obras, a população deixará de se deslocar por longas distâncias em busca de um atendimento de excelência”, acrescentou.
Com início das obras em junho de 2022, o Hospital Regional de Alta Floresta atingiu um percentual de 96% de andamento e é o que está mais próximo de ser finalizado, segundo a Ses-MT. A estrutura deve ser inaugurada no primeiro trimestre de 2026, com investimento da ordem de R$ 186 milhões em obras.
Com custo previsto de R$ 135 milhões, o Regional de Juína está com 56% de execução. Por lá, os trabalhos também começaram 2022. Já o Hospital do Araguaia, no município de Confresa, alcançou 45%, com investimento de R$ 141 milhões em obras. Já a construção da unidade de Tangará da Serra atinge 51% de andamento, com um custo de R$ 132 milhões.
De acordo com o Governo do Estado, os quatro hospitais regionais contam com estruturas modernas para atender à população do interior e com muita qualidade. As estruturas das quatros unidades contarão com 111 leitos de enfermaria e 40 leitos de UTI – entre adulto, pediátrico, neonatal e unidade semi-intensiva neonatal – para atendimento de média e alta complexidade.
OUTRAS UNIDADES – Além dos quatro novos Hospitais Regionais, o Governo do Estado está construindo duas grandes unidades hospitalares em Cuiabá: o Hospital Central e o novo Hospital Universitário Júlio Muller, este último construído por meio de um convênio entre o Governo e a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
Com investimento de R$ 280 milhões em obras, o Hospital Central, cuja construção ficou abandonada por 34 anos, já está 98% executado e terá capacidade de realizar uma média de 32 mil consultas médicas, 80 mil exames e 6.500 cirurgias por ano. A administração da unidade ficará sob a responsabilidade do Einstein Hospital Israelita.







