Segundo o algoritmo, nada de significativo ou notável aconteceu nessa data:
- Não houve grandes nascimentos, mortes ou eventos políticos relevantes.
- Nenhum acontecimento esportivo, cultural ou científico marcante foi registrado.
- Até mesmo os jornais da época não destacaram eventos importantes nesse dia.

Como o algoritmo funcionava?
O sistema desenvolvido por Tunstall-Pedoe analisava a importância histórica de datas por meio de inteligência artificial, coletando e processando informações de diversas fontes digitais, como enciclopédias, arquivos de jornais e registros governamentais.
- Número de fontes que o mencionavam;
- Alcance geográfico;
- Relevância das pessoas envolvidas;
- Impacto a longo prazo.
Então, foi realmente o dia mais chato da história?
É óbvio que, para alguém, algo importante deve ter acontecido naquele dia. Mas, em escala global, nenhum evento de grande destaque foi registrado. A classificação é baseada nos critérios específicos do algoritmo, que prioriza fatos amplamente documentados e impactantes.
Além disso, o algoritmo dependia dos dados disponíveis em fontes digitais, principalmente ocidentais. Portanto, eventos locais ou menos documentados podem ter escapado da análise.
Por isso, trata-se mais de uma curiosidade estatística do que de uma afirmação absoluta. O próprio Tunstall-Pedoe admitiu que, se algum fato relevante for descoberto sobre essa data no futuro, o título terá de ser revisto.

Lucas Soares é jornalista formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e atualmente é editor de ciência e espaço do Olhar Digital.



