sexta-feira, 17 abril 2026
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3 alimentos inesperados que podem afastar o risco de demência em 28%

Um estudo científico revela como incluir alimentos específicos no cardápio pode reduzir o risco de desenvolver demência; saiba o que comer

Um estudo da Queen’s University Belfast, na Irlanda do Norte, revelou que incluir alimentos ricos em flavonoides na alimentação pode reduzir o risco de demência em até 28%.

Os flavonoides, conhecidos por suas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, mostraram benefícios notáveis na proteção do cérebro, conforme a pesquisa publicada na revista científica JAMA Network Open.

“Nossas descobertas mostram que o consumo de seis porções adicionais de alimentos ricos em flavonoides por dia, em particular frutas vermelhas, chá e vinho tinto, foi associado a um risco 28% menor de demência. As descobertas foram mais notáveis ​​em indivíduos com alto risco genético, bem como aqueles com sintomas de depressão”, escreveram os autores. A seguir, entenda como os três alimentos se destacam nessa pesquisa.

Alimentos em destaque no estudo

1. Frutas vermelhas

O estudo apontou as frutas vermelhas — como morangos, mirtilos, amoras e framboesas — como fontes ricas de flavonoides, associadas a uma menor taxa de declínio cognitivo.

2. Chá (verde e preto)

Os pesquisadores destacaram também os benefícios do chá verde e do chá preto, que são ricos em flavonoides e amplamente consumidos.

Os benefícios do chá verde
Os benefícios do chá verde – iSTock/trumzz

3. Vinho tinto

Outro alimento ressaltado pelo estudo foi o vinho tinto, quando consumido com moderação. Ele contém uma alta concentração de flavonoides, também contribuindo para a saúde cerebral.

No entanto, é importante lembrar que o consumo deve ser responsável, já que o excesso de álcool traz outros riscos à saúde.

Por que o estudo é tão relevante?

De acordo com os autores, a demência ainda não tem cura, e a prevenção é a melhor forma de lidar com a doença. A condição afeta 1,76 milhões de brasileiros, de acordo com um levantamento da Fapesp.

“Atualmente, não há tratamento eficaz para a doença, portanto, intervenções preventivas para melhorar a saúde e a qualidade de vida e reduzir os custos sociais e econômicos devem continuar a ser uma grande prioridade de saúde pública”, pontuou a autora do estudo, Amy Jennings.

A pesquisa reforça a importância de incluir alimentos ricos em flavonoides no dia a dia, não apenas pelas suas propriedades neuroprotetoras, mas também pelos benefícios gerais à saúde, como a prevenção de doenças cardiovasculares e o combate à inflamação.

Os flavonoides também são encontrados em maçãs, frutas cítricas (laranjas, toranjas e limões), chocolate amargo, couve, uva, tofu e muitos outros alimentos.

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