- 31% das famílias preferem denunciar o agressor à própria plataforma onde o cyberbullying ocorreu
- 28% tomam a iniciativa de conversar diretamente com as famílias dos agressores
- 17% ainda preferem apenas ignorar o ocorrido
O levantamento foi divulgado no início do mês e revelou também que apenas 9% dos pais brasileiros tinham conhecimento de que seu filho ou filha já tinha sido vítima de intimidação na internet.
E o número de pais que sabiam que seu filho ou filha já praticou cyberbullying foi ainda menor: apenas 5%.
Mais da metade das famílias das vítimas (51%) tomou conhecimento sobre a agressão por meio da própria criança/adolescente.
Já entre as famílias dos agressores, apenas 25% soube do caso de cyberbullying por meio do filho ou filha.
As plataformas onde esse tipo de agressão mais ocorrem são o WhatsApp e o Instagram (veja os dados abaixo). As duas redes sociais também são as mais populares no Brasil.
- 33% – WhatsApp
- 24% – Instagram
- 17% – TikTok
- 14% – Facebook
- 13% – YouTube
- 12% – X (Twitter)
- 9% – E-mail
A pesquisa também revelou que crianças e adolescentes das classes D e E são os mais atingidos.
- 12% – classes D e E
- 7% – classe C
- 6% – classes A e B
Ainda de acordo com o levantamento, não há diferenças significativas entre as vítimas quanto ao gênero, ou seja, meninos e meninas são atacados igualmente.



