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Futuro do trabalho: em quais empregos já estamos sendo substituídos por máquinas?

Mercado Livre anunciou a "contratação" de mais de 300 robôs para atuar em centros de distribuição de mercadorias no Brasil

Reduzir mais de 40% dos postos de trabalho e introduzir tecnologia no lugar deles. Em outras palavras, trocar pessoas por máquinas. Em 2020, era isso que um relatório do Fórum Econômico Mundial dizia que aconteceria nos 5 anos seguintes.

Só falta um ano. Será que chegamos lá?

Nesta semana, o Mercado Livre anunciou que está “contratando” mais de 300 robôs para trabalhar em um de seus maiores centros de distribuição de mercadorias no Brasil. A função deles, segundo a empresa, será transportar e armazenar os produtos.

Então, no lugar de um funcionário levar o produto até uma prateleira, o robô leva a prateleira inteira até o funcionário.

O novo mecanismo deve reduzir em até 70% a distância que os funcionários precisam percorrer diariamente dentro do centro de distribuição, que tem cerca de 150 mil m² (o tamanho do Maracanã).

Também deve deixar o trabalho mais rápido. Os robôs são capazes de andar a uma velocidade de 2 metros por segundo, o equivalente a aproximadamente 7 km/h.

Enquanto isso, a velocidade média de um homem adulto caminhando (sem carregar nenhuma carga extra) é de menos de 4 km/h.

Quais empregos estão ameaçados?

Apesar disso, o Mercado Livre não fala em demissões. Segundo reportagem da Época Negócios, a “contratação” dos robôs faz parte de um investimento de R$ 23 bilhões no Brasil. E, dentro desse valor, também está incluída a contratação de seres humanos.

A previsão do Mercado Livre é de contratar até 11 mil pessoas até o final do ano, chegando a um total de quase 34 mil funcionários no Brasil.

E é aqui que voltamos ao relatório do Fórum Econômico Mundial…

As previsões do documento diziam que essa substituição de seres humanos por máquinas acabaria, principalmente, com empregos “medianos”.

Em outras palavras, cargos que exigem menos qualificação e pagam salários menores, provalmente, continuariam sendo ocupados por pessoas; assim como os cargos que exigem mais qualificação e pagam mais.

Mas quem está no meio desse caminho acabaria sendo trocado por um robô.

Aliás, o foco das contratações do Mercado Livre, segundo a reportagem da Época Negócios, deve ser os setores de logística e tecnologia.

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