domingo, 26 abril 2026
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PESQUISA – Das 26 entidades que receberam emendas parlamentares, apenas quatro são transparentes

CGU apontou que metade das ONGs que recebe os recursos não apresentou programáticas minimamente adequadas para divulgação das informações para fiscalização

Um relatório da Controladoria-Geral da União (CGU) sobre a execução  de  emendas parlamentares apontou falta de divulgação ou de transparência adequada na divulgação de informações por parte de metade de um conjunto de 26 entidades não governamentais que tiveram acesso a esses recursos.

O documento foi encaminhado pela Advocacia-Geral da União (AGU) ao Supremo Tribunal Federal (STF). O estudo atende a uma determinação do ministro Flávio Dino. Para isso, considerou no escopo as 33 entidades que foram beneficiadas com empenhos e/ou pagamentos realizados entre 2 e 21 de dezembro do ano passado.

Do escopo analisado, a CGU chegou às seguintes conclusões:

  • 13 entidades (50%) não divulgam ou divulgam as informações de forma inadequada;
  • Nove (35%) apresentam as informações de forma parcial;
  • Quatro (15%) promovem a transparência de forma apropriada.

Segundo o levantamento, nenhuma dessas entidades está registrada com restrições ou irregularidades nas bases de dados de duas ferramentas, o Cadastro de Entidades Privadas Sem Fins Lucrativos Impedidas (Cepim) e o Cadastro Nacional de Empresas Inidôneas e Suspensas (Ceis).

Ainda conforme a CGU, outras 7 entidades não entraram na contabilidade, porque não receberam pagamento no período de 2020 a 2024, embora exista registro de reserva de recursos a partir de 2 de dezembro do ano passado.

“Nesse contexto, a ausência ou insuficiência de transparência ativa dificulta o controle, especialmente o controle social, essencial para a supervisão adequada e a garantia de accountability na aplicação dos recursos públicos”, diz o relatório.

Emendas parlamentares são recursos do Orçamento que são aplicados em obras e ações de acordo com a indicação dos deputados e senadores. Como relator de um processo que questiona a transparência nessas operações, Dino tem aplicado restrições à execução desses valores, desde agosto de 2024.

Nesta sexta-feira (3), foi determinada a suspensão dos pagamentos destinados por emendas parlamentares para organizações não governamentais (ONGs) que não cumprem critérios de transparência. A decisão  ocorre após apresentação do relatório pela Controladoria-Geral da União (CGU), de acordo com informações do g1.

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