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Pedágio Jangada-Itanorte: Espera pela isenção, tarifa e demora na cobrança são as reclamações

O pedágio implantado no trecho de rodovias Jangada-Itanorte está gerando três tipos de reclamação entre os usuários.

A primeira e mais intensa é a espera pela isenção total ou parcial para moradores, estudantes, feirantes, trabalhadores em geral do Distrito de São Joaquim e Assentamento Nossa Senhora Aparecida, duas localidades de Tangará da Serra diretamente impactadas pela cobrança da tarifa.

Segundo a prefeitura, já há autorização da Câmara Municipal para subsidiar a tarifa para essas categorias de usuários. Porém, há necessidade de cadastro para enquadramento dos beneficiários. Enquanto não ocorrer o enquadramento, o pagamento da tarifa terá se ocorrer.

Segundo a secretária de Assistência Social do município, Márcia Kiss, os moradores já estão sendo convocados para realizar o cadastro. “É algo inédito e a cobrança já está acontecendo, mas nós tomamos a iniciativa de procurar estas comunidades. A lei (do subsídio) foi aprovada na terça-feira passada (23.08) e sancionada na sexta. Agora estamos nos trâmites de celebrar o contrato com a empresa (concessionária). Então, vamos deixar tudo legalizado”, esclarece.

 
Tarifa e demora

Os outros dois motivos de reclamações são a demora na cobrança e o preço da tarifa.

Fila para pagamento de pedágio na ‘P-3’: Relatos de pelo menos 15 minutos de espera para pagamento e retomada da viagem.

Quanto à demora, as reclamações se concentram na praça ‘P-3’, onde há relatos de pelo menos 15 minutos de espera para pagamento e retomada da viagem. Conforme comentários nas redes sociais, o problema estaria no número de gabinetes de cobrança, limitados a três, nos dois sentidos.

No caso da demora, a solução poderá vir com a aquisição, com o tempo, de maior habilidade nos trabalhos dos colaboradores da concessionária Via Brasil que atuam nas praças. Afinal, os trabalhos de cobrança iniciaram no último sábado (27) e, portanto, ainda carecem de maior adaptação na atividade.

Quanto ao valor da tarifa – preço básico de R$ 9,60 (veículos de passeio) – os usuários acham o valor bastante “salgado”, visto que ainda faltam várias obras, como a duplicação nos trechos previstos e as chamadas ‘obras de arte’ nas travessias de perímetros urbanos e redutores de velocidade.

 
Porém, a concessionária justifica que a precificação está de acordo com os investimentos realizados e pelas obras que ainda virão a ser executadas e, também, pelas compensações inflacionárias. Os valores praticados, segundo já publicado no Diário Oficial do Estado no último dia 26, contam com aprovação da Agência Estadual Reguladora de Serviços Públicos Delegados (AGER-MT).

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