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O número de policiais militares concorrendo nas eleições federais teve uma disparada neste ano e bateu novo recorde

O número de policiais militares concorrendo nas eleições federais, em ascensão desde 2010, teve uma disparada neste ano e bateu novo recorde.

Antes mesmo do encerramento do prazo para registro da candidatura no TSE, na noite da última segunda-feira (15), a quantidade de agentes da Polícia Militar na disputa supera todas as outras eleições, e agora alcança o sétimo lugar entre todas as profissões.

São 720 candidatos oriundos da PM (ante 603 em 2018). O número corresponde a 5,32% de todas as candidaturas.

Eles ficam atrás de aposentados (721), administradores (730), vereadores (1.052), deputados (1.059), advogados (1.872) e empresários (3.195), de acordo com dados da Justiça Eleitoral.

Na nova configuração do “top 10”, que traz pela primeira vez os policiais, não constam mais professores de ensino médio. Em 2018, eles estavam na sétima posição, com 771 candidatos, e hoje são 436.

A troca de professores por policiais é a única alteração nesse ranking, que ainda tem comerciantes (688 candidatos) e médicos (649).

Em 2018, até então o ano com maior presença de PMs, esses profissionais não apareciam nem entre as dez ocupações mais comuns entre os candidatos.

A corporação puxa as estatísticas de candidaturas das forças de segurança, que tiveram decréscimo entre bombeiros militares, militares reformados, vigilantes, policiais civis e membros das Forças Armadas. Entre esses últimos, os militares da reserva se sobressaem.

Antes de o prazo de registro de candidaturas terminar, o número desses candidatos era similar ao de 2018 (214 nomes). O número de militares da ativa em campanha, por outro lado, caiu. Estão em 49 agora, contra 91 que se candidataram em 2018.

O número de policiais civis candidatos deve ficar semelhante ao de 2018. O TSE não discrimina o registro de policiais federais do de outros servidores públicos da União. Mas há 25 candidatos até agora que fazem referência à PF (“Delegado federal”, “Agente federal” etc.) no nome de urna.

A categoria é considerada “xodó” do presidente Jair Bolsonaro (PL), que desde o início de seu mandato vem participando de solenidades e formaturas da corporação.

Capitão Fulano

O número de candidatos que fazem referência a patentes militares e policiais no nome de urna teve um aumento considerável. Saíram de 712 para 908 no caso dos militares, e de 145 para 220 no caso dos policiais.

Esses são os candidatos que se apresentam como “Capitão”, “Coronel”, “Sargento”, “Delegado”, “PM” e outras denominações hierárquicas para fazer campanha.

Esse aumento sinaliza não apenas que militares e policiais estão buscando mais representatividade eleitoral como associam essa representatividade à sua identidade profissional.

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