
De acordo com a pesquisa, se nada mudar nos próximos 25 anos, o Brasil será o 4º país mais gordo do mundo. Estaremos atrás apenas da China e da Índia, que têm populações bem maiores que a nossa, e dos Estados Unidos.
Na lista de responsáveis por esse “fenômeno” mundial dois itens se destacam: bebidas açucaradas e alimentos ultraprocessados.
O problema é que esses produtos são projetados para enganar nosso corpo. As bebidas açucaradas, por exemplo, passam direto pelo estômago sem gerar saciedade, mas despejam uma carga absurda de açúcar na corrente sanguínea, bagunçando os níveis de insulina e estimulando o acúmulo de gordura.
Já os alimentos ultraprocessados são uma combinação infalível (para a indústria, claro) de gordura, sal e carboidratos refinados, que viciam o paladar e nos fazem comer mais do que precisamos — e mais rápido do que deveríamos.
E as consequências não são meramente estéticas. De acordo com reportagem do portal The News, só neste ano (que acabou de começar) já foram gastos mais de R$ 100 milhões no Brasil para tratar doenças relacionadas à obesidade, entre elas diabetes e hipertenção.
A estimativa é que, até o fim do ano, o país precise investir 4,6% do PIB nesses tratamentos.

