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Dezembro Vermelho: SES-MT realiza ações de prevenção e diagnóstico HIV/AIDS e outras DSTs

A Secretaria de Estado de Saúde, por meio do Centro Estadual de Referência em Média e Alta Complexidade, realiza em dezembro diversas ações de integração e cuidados à saúde para prevenção e diagnóstico de Infecções Sexualmente Transmissíveis e outras doenças infectocontagiosas.

As atividades acontecem em alusão à campanha Dezembro Vermelho, que visa à prevenção, assistência, proteção e promoção dos direitos humanos das pessoas que vivem com HIV/Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis.

Neste ano, a iniciativa traz a temática “40 anos de luta contra HIV e Aids”.

Segundo o secretário adjunto de Unidades Especializadas da Secretaria de Saúde, Luiz Antônio Ferreira, a ideia é aproveitar a campanha para intensificar a conscientização sobre a importância do diagnóstico precoce e tratamento das doenças infectocontagiosas que os ambulatórios do estado atendem.

A campanha será desenvolvida entre os dias primeiro e sete de dezembro, das oito às 11 horas da manhã, e de uma hora às três da tarde.

Nesse período, os ambulatórios do Centro Estadual de Referência vão realizar testagem rápida para HIV, verificação de glicemia capilar, abordagem sobre tuberculose e hanseníase.

Qualquer pessoa pode buscar pelos serviços. Para ser atendido, é necessário levar documentos como RG e cartão do SUS.

DF registra redução

De 2018 a 2022, no Distrito Federal, foram registrados 3.684 casos de infecção pelo HIV e 1.333 casos de Aids. Neste período, houve uma redução nos casos de HIV e Aids de 9,8 para 7,3 por 100 mil habitantes. Além disso, o índice de mortalidade por Aids caiu 21,6%, ao passar de 3,3 para 2,7 mortes por 100 mil habitantes. Os dados constam no Informativo de Situação Epidemiológica do HIV e da Aids no DF.

Beatriz Maciel Luz, gerente de Vigilância de Infecções Sexualmente Transmissíveis da Secretaria de Saúde do DF, atribui a melhora no cenário aos esforços do Sistema Único de Saúde (SUS). Ela enfatiza a relevância da testagem e do tratamento imediato após diagnósticos positivos.

“O diagnóstico precoce é muito importante porque a pessoa tem a chance de logo iniciar o seu tratamento, e não avançar para a fase da doença, que seria a Aids, e manter a sua qualidade de vida”, considera.

O boletim destaca que a maior incidência de HIV e Aids é observada entre os jovens, sendo que a faixa etária de 20 a 29 anos representa, em média, 32,9% dos casos, seguida pelos grupos de idade de 30 a 39 anos e de 40 a 49 anos, com médias de 28,9% e 21,7% dos casos, respectivamente.

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