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COVID – 740 mil pessoas não tomaram nem a 1ª dose da vacina em MT

 
 

Após quase dois anos do início da vacinação contra covid-19 em Mato Grosso, apenas 70,9% da população foi imunizada com duas doses. Mais de 740 mil mato-grossenses ainda não tomaram nenhuma dose da vacina que começou a ser aplicada em janeiro de 2021. O percentual de imunizados, que é considerado baixo, é ainda pior quando observadas as doses de reforço.

No Estado mais de 1,2 milhão de pessoas não receberam a 1º dose do reforço. Dados da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) apontam que apenas 34,6% da população vacinada com duas doses recebeu a 1º dose do reforço, 9,6% a 2ª dose e só 0,31% foi imunizada com a 3ª dose.

Mato Grosso é o 10º entre os estados com o menor percentual de vacinação. Com o novo aumento dos casos de covid, uma média de 700 por dia no Estado, e com a lotação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em Mato Grosso que chegaram a 100% na última terça-feira (27), a preocupação é com o avanço da imunização que segue lenta, o combate a fake news, além da retomada de medidas que evitem a transmissão do vírus.

No Estado a maior dificuldade ainda está em atingir a cobertura vacinal no público infantil que registra a menor cobertura contra a doença, 1,5% no grupo de 3 a 4 anos quando levado em consideração duas doses iniciais. Se levado em conta apenas a 1ª dose do imunizante a cobertura fica em 5,7%.

Já para a faixa etária dos 5 aos 11 anos, após 11 meses de liberação da vacina, apenas 46,9% receberam a 1ª dose e 28,4% tomaram a 2ª. Desafios

“Os casos têm aumentado no Brasil como um todo e isso se deve tanto à presença de subvariantes, mas principalmente à baixa taxa de vacinação com todas as doses no adulto e na criança”, alerta o infectologista Luciano Corrêa.

De acordo com o médico, o maior desafio para conter a doença ainda é o avanço na imunização, na testagem e no combate às fake news. O que a população precisa entender, segundo Corrêa, é que a vacina não impede que a contaminação, mas diminui os riscos de complicações, quadros graves e até mortes.

 

“Assim como já acontece no caso da influenza, a vacina garante o aumento dos anticorpos e, por isso, é importante que sejam tomados os reforços”.

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