A transição para uma economia verde, socialmente justa e positiva para a natureza exigirá investimentos globais de US$ 6 trilhões até 2030, segundo a Comissão Global sobre Economia e Clima.
Como viabilizar esse financiamento – especialmente em países em desenvolvimento como o Brasil – será um dos temas centrais do 2º Fórum de Finanças Climáticas e de Natureza (FFCN), que acontece nos dias 26 e 27 de maio no Rio de Janeiro.
Organizado por 7 instituições da sociedade civil, incluindo Instituto Arapyaú, ICS e Uma Concertação pela Amazônia, o evento reunirá especialistas nacionais e internacionais para discutir políticas públicas, modelos financeiros inovadores e a liderança do Brasil na agenda climática um debate-chave em meio aos preparativos para a COP30, que será sediada em Belém (PA) em 2025, e à transição da presidência do G20 para a África do Sul.
O que está em jogo:
- Como atrair investimentos para tecnologias sustentáveis sem comprometer o crescimento;
- O papel do Brasil na criação de regras favoráveis a projetos de baixo carbono;
- Soluções para a Amazônia e outros biomas, com participação de setor público, privado e academia.
“Precisamos de mecanismos financeiros que reconheçam a vocação de cada país”, destacou um dos organizadores, lembrando que o fórum é um passo para consolidar propostas antes da COP30.

