Os dados do Censo Demográfico 2022 do IBGE revelam um cenário curioso para Nova Olímpia. Diferente da média nacional, onde as mulheres são maioria, o nosso município apresenta uma população predominantemente masculina.
Nova Olímpia em números – De acordo com o levantamento oficial, dos 16.352 habitantes contados no Censo: Homens: 8.415 (51,46%) e Mulheres: 7.937 (48,54%)
Essa característica coloca Nova Olímpia em um grupo de cidades que, devido a fatores econômicos e históricos (como a força de trabalho voltada ao setor sucroalcooleiro e agropecuário), ainda mantém uma “razão de sexo” favorável ao público masculino. No entanto, a diferença vem diminuindo gradualmente a cada década.
Faixas Etárias: Uma cidade em transição – A matéria destaca que o perfil da população brasileira está mudando. Em Nova Olímpia, as faixas etárias revelam onde se concentra a nossa população:
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Jovens (0 a 19 anos): Ainda representam uma fatia expressiva. Somente na faixa de 20 a 24 anos, a cidade conta com 702 homens e 672 mulheres.
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Adultos (25 a 59 anos): É o grupo mais volumoso, com destaque para a faixa de 45 a 49 anos, que soma mais de 1.200 moradores entre os dois sexos.
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Idosos (60 anos ou mais): O envelhecimento da população é visível. Nova Olímpia já conta com um número significativo de moradores acima dos 70 anos, onde, curiosamente, a proporção de mulheres tende a se equilibrar ou superar a de homens em virtude da maior longevidade feminina.
O Contexto Estadual e Nacional
Mato Grosso, como um todo, seguiu a tendência de “feminização”. O estado registrou um aumento na proporção de mulheres, embora ainda seja um dos estados com maior presença masculina do país (99,2 homens para cada 100 mulheres). No Brasil, o Rio de Janeiro é o estado com a maior maioria feminina.
Por que os dados são importantes?
Para Nova Olímpia, entender que temos mais homens e identificar as faixas etárias predominantes ajuda a administração pública a direcionar investimentos. Se a população adulta e jovem é a maior, as políticas de emprego e capacitação técnica tornam-se prioridade, enquanto o crescimento da base de idosos exige atenção redobrada à saúde e previdência local.
Fonte: IBGE / Click Nova Olímpia / Estadão.

