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Brasil registrou 140.385 casos de malária em 2021

 

O Programa Nacional de Prevenção e Controle da Malária do Ministério da Saúde aponta uma redução no número de casos da doença no Brasil nos últimos anos. Em 2021, o país registrou 140.385 casos, uma redução de quase 28% em comparação a 2017.

No Brasil, mais de 99% dos casos autóctones (quando a infecção é adquirida dentro do Brasil) são registrados na região amazônica (todos estados da região Norte – Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins –, além de Maranhão e Mato Grosso), com 33 municípios concentrando 80% da carga da doença.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), em 2020, 241 milhões de novos casos de malária foram notificados no mundo, 5,2% a mais que no ano anterior, atingindo 85 países. Foram registrados, ainda, cerca de 627 mil óbitos pela doença, o que representa cerca de 12% a mais do que no ano anterior.

Na região das Américas, os casos de malária reduziram em 58% (de 1,5 milhão para 0,65 milhão) comparando-se 2000 com 2020. Brasil, Colômbia e Venezuela são responsáveis por mais de 77% dos casos na região. Em relação aos óbitos, houve redução de 56%.

Ações

Em 2022, com o objetivo de cumprir a meta de eliminar a doença até 2035, o Ministério da Saúde lançou o “Elimina Malária Brasil: Plano Nacional de Eliminação da Malária” e juntamente com as Secretarias Estaduais de Saúde da região amazônica assinou uma carta assumindo publicamente compromissos de viabilizar a implantação dos planos de eliminação estaduais e municipais, reconhecendo que os esforços devem estar associados a ações de todos atores envolvidos.

No mês de outubro, houve contratação de novos consultores técnicos para atuação nas capitais dos estados da região amazônica, com o objetivo de apoiar a construção dos planos estaduais de eliminação da malária.

Também foram realizadas oficinas de eliminação da malária com os profissionais, os nove estados da região amazônica e alguns municípios e Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs) prioritários, para:

  • fornecer elementos para a construção dos Planos Estaduais de Eliminação;
  • alinhar as ações de campo realizadas nos estados com as propostas de estratégias por pilar do Plano Nacional de Eliminação;
  • apoiar no processo de acelerar a eliminação de malária e manter vigilância adequada para evitar a reintrodução dos casos, alcançando as metas de eliminação propostas, com adaptação por contextos locais.

O caminho para eliminação é um processo contínuo e depende de diversos fatores, tais como a capacidade das equipes em todas as esferas, o nível de investimento, determinantes biológicos, fatores ambientais, solidez dos sistemas de saúde e realidades sociais, demográficas e econômicas.

Para alcançar a meta de zero casos da doença até 2035, a eliminação da malária deve ser discutida em todos os cenários e dialogada com a participação de todos os atores, para além do setor saúde.

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