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Alimentos ajudam na queda do IGP-M e devem seguir freando IPCA, dizem analistas

 

 

A desaceleração na alta de preços de alimentos e a continuidade da queda de matérias-primas indicadas pelo Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) de agosto reforçam a expectativa de uma deflação na inflação oficial medida pelo IPCA no mesmo mês, apontam analistas.

O indicador, calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV), caiu 0,70% em agosto, primeira taxa negativa desde setembro do ano passado. Com o resultado, o índice acumula alta de 8,59% em 12 meses, menor que os 10,08% registrados em julho.

Na divisão por grupos, a Alimentação desacelerou de alta de 1,47% em julho para 0,44%, enquanto as Matérias-Primas Brutas caíram 0,63%, após recuarem 2,13%.

Dos três índices que compõem o IGP-M, o mais importante, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), já vem apresentando “desaceleração mais forte em torno de grandes commodities agrícolas e minerais”, segundo André Braz, coordenador do Índice de Preços ao Consumidor da FGV.

Entre as commodities com redução de preços, ele cita o minério de ferro, a soja, o milho e o trigo. Essa queda tem refletido também nos preços dos alimentos. Em julho, os alimentos in natura recuaram. Agora em agosto, o IGP-M trouxe queda dos alimentos processados.

“Em agosto, o próprio IPCA vai trazer uma desaceleração importante no grupo Alimentação e Bebidas, o que vai permitir que esse mês a inflação oficial também venha em terreno negativo”, avalia o economista.

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