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Patrulha Maria da Penha fortalece combate à violência contra a mulher em Barra do Bugres

Há pouco mais de um ano, Barra do Bugres passou a contar com a Patrulha Maria da Penha, iniciativa da Polícia Militar, através da 12ª Companhia de Polícia Miliar, comanda pelo Tenente Coronel PM Savio, 1º Sargento PM Capistrano, Soldados Yasmin e Mayara, que vem fortalecendo a Rede de Proteção à Mulher e ampliando o atendimento às vítimas de violência doméstica no município.

A atuação da patrulha foi destacada na manhã desta quinta-feira (13), durante uma palestra de conscientização da campanha Agosto Lilás, realizada no auditório da Câmara Municipal.

A vereadora Claudia Santana (PP), procuradora da Mulher no Legislativo, ressaltou que a presença da Patrulha Maria da Penha representa mais segurança para as vítimas e também para os profissionais que atuam na proteção das mulheres. Segundo ela, a integração entre a Procuradoria da Mulher, Polícia Militar e demais órgãos da rede permite respostas mais rápidas diante das ocorrências.

A coordenadora do CREAS, Sara Pedro da Silva, destacou que a criação da patrulha é uma importante conquista diante dos altos índices de violência registrados no município. Segundo ela, pelo menos uma ou duas medidas protetivas são confirmadas a cada dois dias, evidenciando a necessidade de uma rede preparada para acolher e proteger as vítimas.

A Rede de Proteção de Barra do Bugres reúne órgãos como Polícia Civil, Polícia Militar, Ministério Público, Defensoria Pública, OAB, Judiciário e assistência social. Entre as iniciativas está o projeto SobreViver, que promove orientação, reflexão e acompanhamento tanto das vítimas quanto dos envolvidos em situações de violência doméstica.

O delegado da Polícia Civil, Fernando Marques, também reconheceu a importância da Patrulha Maria da Penha, classificando a iniciativa como um importante reforço na defesa dos direitos e da segurança das mulheres.

Mais do que uma estrutura de atendimento, a integração entre os órgãos representa acolhimento, proteção e a possibilidade de romper o ciclo da violência, mostrando às vítimas que elas não estão sozinhas.

Por JB de Menezes/namiradalei.com.br

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