O 3º Prêmio MOL de Jornalismo para a Solidariedade abriu a votação popular para escolher a reportagem que mais impactou e inspirou o público. A premiação tem como objetivo reconhecer e celebrar produções jornalísticas que abordam temas relacionados à solidariedade, transformação social e iniciativas que fazem a diferença nas comunidades.
O prêmio ocorre em um momento de fortalecimento da cultura de doação no Brasil, reforçando o papel essencial do jornalismo na visibilidade de ações solidárias e no estímulo à participação da sociedade em projetos sociais.
A votação popular será encerrada na próxima segunda-feira (31) às 23h59 (horário de Brasília). O processo será por meio do formulário disponível no link: https://forms.gle/C8jz1YVTFWQ32ysV6.
A estudante de Jornalismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), Câmpus Avançado de Rondonópolis, Elismárcia Tosta Aguiar Rossi, está entre as finalistas. A indicação foi conquistada pela reportagem “Série AUdoção por amor: ONGs pelo Nordeste”, produzida durante seu estágio supervisionado.

“Eu sempre tive vontade de participar desses editais, principalmente os voltados para o jornalismo investigativo, que é uma área que eu gosto muito. Mas, infelizmente nunca tive a oportunidade”, afirma Elismárcia.
A estudante conta que conheceu o edital por meio da jornalista Marta Alencar, líder editorial do site Coar Notícias, onde realizou seu estágio supervisionado. Ao demonstrar interesse em participar, recebeu um incentivo decisivo. “Quando a Marta divulgou esse edital do Prêmio MOL, eu falei para ela que tinha vontade de tentar. E ela perguntou: ‘Você quer participar?’”.
Mesmo sem experiência em editais, Elismárcia viu na oportunidade um caminho para aprender e se desafiar. “Eu nunca participei antes, mas vontade não falta”, relembra. A partir dessa conversa, Marta foi destacou: “Então você vai participar desse Prêmio MOL de Jornalismo.”
Apesar dos desafios, Elismárcia considera a experiência enriquecedora, especialmente por ser sua primeira participação em um edital desse porte. “Foi gratificante para mim. Sendo minha primeira experiência como acadêmica e com deficiência visual total, chegar à final foi uma conquista muito especial”, comemora.
Para o coordenador do curso, a presença de uma estudante com deficiência visual entre os finalistas do prêmio reforça a qualidade do projeto pedagógico do curso. “O fato de termos uma estudante finalista em uma premiação tão importante significa que possuímos um ensino qualificado e, principalmente, sensível aos diversos perfis de profissionais de imprensa”, ressalta.
Além do reconhecimento acadêmico, Lawrenberg Silva enaltece as características que fazem de Elismárcia um nome promissor no jornalismo. “A determinação, a disciplina e a inteligência com as palavras são virtudes que nos permitem projetá-la como um grande nome do jornalismo local, regional e nacional”, afirma.
O coordenador também enfatiza o impacto positivo que a estudante tem dentro da universidade. “Eu falo que tenho aprendido e amadurecido com ela”, finaliza.

