A fase de grupos da Copa Libertadores da América começou nesta semana com forte presença brasileira dentro e fora do país. Além dos seis representantes nacionais, Flamengo, Palmeiras, Mirassol, Fluminense, Corinthians e Cruzeiro, o Brasil também aparece com protagonismo em equipes estrangeiras.
Ao todo, a edição de 2026 conta com pelo menos oito brasileiros atuando fora do país: seis jogadores e dois treinadores distribuídos por clubes sul-americanos, reforçando a influência nacional no principal torneio do continente.
Jogadores pela América do Sul

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O maior “reduto” brasileiro está no futebol peruano. O Sporting Cristal reúne quatro atletas do país: Cris Silva, Gabriel, Gustavo Cazonatti e Felipe Vizeu. O clube, inclusive, é adversário do Palmeiras na fase de grupos.
Gabriel, experiente meia de 35 anos, chegou após boa temporada no futebol brasileiro e já foi titular nos compromissos da fase preliminar. Já Felipe Vizeu, revelado pelo Flamengo, soma boas atuações desde sua chegada ao Peru e volta a enfrentar equipes brasileiras no torneio.
Ainda em Lima, o Universitario conta com o jovem Miguel Silveira, revelado pelo Fluminense. O jogador passou por experiências no exterior antes de retornar ao continente sul-americano.
Outro brasileiro na fase de grupos está no Deportes Tolima: o goleiro Neto Volpi, que atua no clube colombiano desde 2023.
No Equador, a LDU Quito aposta na experiência de Deyverson. O atacante, herói do título da Libertadores de 2021 pelo Palmeiras, chegou em 2026 para reforçar o elenco e já disputa novamente a competição continental.
Técnicos pelo estrangeiro
Além dos jogadores, treinadores brasileiros também marcam presença fora do país. O técnico Zé Ricardo comanda o Sporting Cristal, enquanto Tiago Nunes lidera a LDU, após campanha sólida na edição anterior, parando nas semifinais.
A presença de técnicos reforça a exportação não apenas de atletas, mas também de ideias e metodologias do futebol brasileiro para outros mercados da América do Sul.
Mesmo com talentos espalhados por diferentes países, o Brasil segue como principal força da Libertadores. O país conta com seis clubes na fase de grupos e mantém protagonismo técnico e econômico, cenário refletido também na valorização dos seus jogadores no torneio.
Nesse contexto, a presença brasileira vai além das fronteiras, influenciando diretamente o nível técnico da Libertadores.


