quinta-feira, 30 maio 2024
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Segundo estudo, geração Z consome cada vez menos álcool

 

Primeiro, é importante definir o que é conhecido como geração Z. Essa geração é composta pelas pessoas que nasceram entre o fim da década de 1990 e o início de 2010.

Agora, de acordo com estudos recentes realizados, essa geração de pessoas mais jovens está consumindo menos álcool do que os mais antigos. E, segundo esses estudos, a geração Z consome 20% menos álcool do que os millennials — nascidos entre 1981 e 1995 —, por exemplo.

 
 

E não só isso, os próprios millennials estão bebendo menos do que os integrantes da geração X e os “baby boomers”, nascidos entre a década de 60 e 80 e entre 1945 e 1964, respectivamente.

Um estudo feito pela University of New South Wales, na Austrália, também reforça essas informações, sendo que na ocasião ficou constatado que 44% das pessoas entre 18 e 24 anos bebem menos do que as gerações de pessoas mais velhas.

De acordo com um psicólogo clínico, especialista em redução de danos, as pessoas mais jovens estão mais conscientes sobre a saúde, bem como estão mudando seus hábitos para outras substâncias, não precisando do álcool tanto quanto os mais antigos, por exemplo.

O Dr. Dominique Marisano disse o seguinte:

“Recentemente, com o crescimento das terapias psicodélicas e mais discussão sobre o assunto, eu acredito que existe muita curiosidade entre os jovens sobre cogumelos, sobre LSD, sobre os diferentes psicodélicos que existem por aí”.

Outra situação que pode contribuir para esse menor consumo de álcool é a liberação da marijuana em diversos locais. Isso, somado à crescente inflação, pode estar fazendo com que os mais jovens queiram fugir do álcool.

Claro que várias pessoas não bebem por diversos motivos (pessoais, religiosos, entre outros). Alguns simplesmente estão em busca de um estilo de vida saudável, que também vem sendo bastante propagado e até mesmo pregado nas redes sociais.

Ainda, de acordo com o psicólogo, o “dinheiro vem sendo um problema”, já que o álcool pode ser bastante caro, dependendo do lugar e do tipo de bebida.

Por fim, apesar de o mercado mundial do álcool ter sido avaliado em US$ 1.17 trilhões em 2021, pode ser que tenha uma grande queda em um futuro próximo.

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