Provavelmente, você notou que julho e agosto são os únicos meses consecutivos com 31 dias. Isso não é mero acaso. Uma das narrativas mais famosas sobre essa peculiaridade mistura acontecimentos históricos com a ambição dos imperadores.
No século I a.C., Júlio César promoveu uma mudança no calendário romano, criando o Calendário Juliano. Em sua homenagem, um dos meses foi nomeado julho, e ele assegurou que este tivesse 31 dias, equiparando-o aos meses com mais dias.
Essa é a explicação mais popular e ajuda a compreender a razão de o calendário apresentar essa sequência de dois meses extensos.
No entanto, os historiadores relembram: nem todos concordam com a ideia da vaidade dos imperadores. Alguns argumentam que as alterações nos dias foram, na verdade, consequência de cálculos astronômicos e ajustes administrativos da época, e não apenas por desejo pessoal.

Seja qual for a razão, o fato é que a influência de Júlio e Augusto permanece evidente no calendário – e talvez seja por isso que, a cada ano, julho e agosto parecem ser meses mais longos!








