domingo, 17 maio 2026
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STREAMING – Veja cinco dicas para assistir nas plataformas digitais

Das muitas novidades no catálogo do streaming, destacamos 5 títulos recém disponibilizados em várias plataformas que valem e merecem ser assistidos, quando, onde e como quiser. Cada um melhor que o outro.

THE MASTERMIND – Nos anos 70, em uma pacata cidade norte-americana, um carpinteiro desempregado (Joss Connor, estupendo) passa os dias visitando museus. Admirador de arte? Falta do que fazer? Na verdade, ele planeja roubar obras de arte valiosas com um plano infalível. Com o museu já identificado e cúmplices recrutados a data é marcada. Mas, no dia do assalto, com a escola fechada, ele infelizmente se vê cuidando de seus dois filhos… Reviravoltas o leva ao limite virando sua vida de cabeça pra baixo. O desfecho é debochado, irônico. Usando ritmo lacônico, estética vintage e uma trilha sonora jazzística mordaz, a cineasta autoral Kelly Reichardt subverte o gênero clichê do filme de assalto baseado na mecânica de fuga e na emoção de se safar com uma profundidade emocional e um olhar brilhante que observa mais do que explica sobre a insensatez humana. Um filme de/para gosto específico. MUBI

 

DADDIO – Cidade de Nova York. Aeroporto JFK. Uma jovem (Dakota Johnson, lindíssima!) entra para o banco de trás de um táxi amarelo, o taxista (Sean Penn) coloca o veículo em movimento pela noite em direção ao endereço solicitado. No trajeto, os dois ficam o tempo inteiro conversando sem parar. A troca de diálogos varia entre o doce, o cáustico , o emocionante e devastador e, finalmente, o catártico em um jogo de xadrez verbal de atenção envolvente de um sobre o outro – algo cada vez mais raro e precioso hoje. Uma explosão cativante da conexão humana, com um final imprevisível e inteligente. Com um único cenário, dois atores talentosos e um roteiro sólido como uma rocha, a diretora e roteirista Christy Hall, em sua estréia, executa uma criação artística ousada sobre autoestima e respeito. Uma obra-prima do coração. HBOMAX

À PAISANA – Em Nova York na década de 90, a vida dos homossexuais era bastante perigosa para os que se arriscavam a fazer pegação em locais públicos. Um promissor policial à paisana (Tom Blyth) que trabalha em um shopping encarregado de atrair e prender homens gays, desafia as ordens profissionais quando se apaixona por um alvo. Intenso, impactante e impressionante, o roteiro nos mantém na expectativa sobre como a tragédia iminente se desenrolará. O diretor estreante Carmen Emmi, captura a experiência angustiante da sexualidade reprimida com uma comovente trama sobre moralidade e repressão. PRIME VÍDEO

 

 

I SWEAR – A história verídica do escocês John Davidson, diagnosticado com síndrome de Tourette aos 15 anos, quando a medicina mal entendia o que era essa síndrome e não a considerava uma doença. Rotulado como um jovem insolente e autodestrutivo pois não conseguia convencer sua família e amigos de que seus tiques espasmódicos e explosões de injúrias eram, na verdade, impulsivos e não controlados. A cinebiografia feita pelo diretor Kirk Jones acompanha sua luta contra preconceitos, isolamentos e a falta de compreensão destacando sua resiliência e transformação em ativista defensor da conscientização sobre a síndrome. Por vezes engraçado, por vezes comovente, o filme oferece um retrato assimilável de uma vida extraordinária. Robert Aramayo, notável como o biografado, à frente de um impecável trabalho do elenco, foram premiados pelas atuações no Bafta 2026. PRIME VÍDEO

MEU NOME É MARIA – Maria Schneider ( personificada por Anamaria Vartolomei, cativante) é uma jovem e promissora atriz francesa que consegue o papel principal em “O Último Tango em Paris” dirigido pelo cineasta Bernardo Bertolucci (Giuseppe Maggio) e estrelado pelo astro Marlon Brando (Matt Dillon, impressionante). Uma relação afetuosa se estabelece e os dois oferecem-lhe mentoria aos 19 anos. Até o dia em que os dois homens conspiram para filmar uma cena de sexo crucial como um ataque brutal, sem que Maria saiba do plano. O filme é aclamado como uma ousada inovação artística, mas para Maria, é o início de um verdadeiro inferno. Retraçando a trajetória atormentada da atriz, morta em 2011, a cineasta Jessica Pallud cria uma crítica contundente ao sexismo desenfreado que dominou a indústria cinematográfica. Até o surgimento do movimento #Metoo. Obra feminista precisa. RESERVA IMOVISION

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