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TORNOZELADO: Ex-detento é preso pela Força Tática distribuindo drogas em Tangará

Um homem monitorado por tornozeleira eletrônica foi preso pela Força Tática de Tangará da Serra na quinta-feira (18), suspeito de atuar como fornecedor de drogas para outros traficantes da cidade. A ação foi realizada após informações levantadas pela Agência Regional de Inteligência (ARI) do 7º Comando Regional.

De acordo com o comandante da Força Tática, Major Furquim, o suspeito havia deixado o Centro de Detenção Provisória (CDP) há aproximadamente três meses e estaria novamente envolvido com o comércio ilegal de entorpecentes.

Após receberem as informações, os policiais iniciaram um trabalho de monitoramento e vigilância. Durante a operação, os militares observaram o momento em que o suspeito saiu de uma residência apontada como local utilizado para receber e distribuir drogas para outros traficantes da cidade.

Ao perceber a movimentação policial, o homem ainda tentou despistar os militares entrando em um estabelecimento comercial, mas acabou sendo abordado. Com ele foram encontradas pequenas porções de entorpecentes.

Durante a abordagem, o próprio suspeito informou que havia mais drogas armazenadas na residência. Em buscas no imóvel, os policiais localizaram porções de cocaína, pasta base de cocaína, balança de precisão e diversos materiais utilizados para embalar os entorpecentes destinados à comercialização.

O suspeito recebeu voz de prisão e foi encaminhado ao Centro Integrado de Segurança e Cidadania (CISC) de Tangará da Serra, onde foi apresentado à Polícia Judiciária Civil.

Ainda segundo a Força Tática, o homem estava acompanhado de uma criança no momento da abordagem, sendo necessária a atuação do Conselho Tutelar.

O Major Furquim destacou que criminosos têm utilizado cada vez mais crianças e mulheres na tentativa de evitar suspeitas e dificultar a ação policial. No entanto, segundo ele, o trabalho integrado entre as equipes operacionais e a Agência Regional de Inteligência tem impedido que essas estratégias obtenham sucesso.

“Infelizmente, temos observado criminosos utilizando crianças e até mulheres para tentar enganar a fiscalização policial. Porém, nossas equipes estão atentas e, com o apoio das informações produzidas pela ARI, essas tentativas não têm alcançado êxito”, afirmou o comandante.

As investigações prosseguem para identificar possíveis envolvidos na distribuição dos entorpecentes e eventuais ligações do suspeito com organizações criminosas que atuam na região.

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