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Padrasto é preso por abusar de enteada de 10 anos

 

A Polícia Civil prendeu em flagrante no fim de semana, em Colniza, na região noroeste do Estado, um homem de 24 anos investigado por estupro de vulnerável contra a própria enteada, uma criança de 10 anos. Além do crime sexual, ele também ameaçava à vítima e à esposa, que foi agredida em várias ocasiões e temia denunciar o criminoso em virtude da intimidação sofrida.

Ele teve a prisão em flagrante pelo crime de porte ilegal de arma de fogo convertida em preventiva pela Justiça. Além desse crime, ele é investigado pelo estupro da criança e ameaça no âmbito da violência doméstica contra a esposa e mãe da menor.

A denúncia ocorreu no final do mês de agosto e, desde então, a Delegacia de Colniza realizou diligências e colheu indícios dos crimes praticados pelo suspeito. Exames periciais com a criança confirmaram o abuso sexual.

Na sexta-feira (9), uma equipe de policiais civis, coordenada pelo delegado Giuliano Bertucini, realizou diligências durante todo o dia a fim de localizar e prender o investigado. Com ele foram apreendidas armas de fogo e munições, que ele alegou utilizar para caça e que foram adquiridas de um armeiro, que ele disse não saber identificar.

Crimes

A mãe da vítima procurou a polícia no fim de agosto após a filha relatar que o padrasto vinha, há seis meses, a aliciando e cometendo os abusos. A criança contou ainda que pedia para que o padrasto não cometesse os abusos, mas ele não parou e agia sempre que a menor estava sozinha.

O criminoso esperava a mãe da criança sair de casa, às cinco da manhã, para trabalhar, e se aproveitava da menor. Além de praticar o estupro, quando pegava a menina à força, ele ainda a ameaçava caso contasse a alguém sobre o que ocorria.

 

Somente no fim de agosto a vítima teve coragem de contar à avó, que relatou sobre os abusos à mãe da criança.

A mãe foi ouvida por uma investigadora da Delegacia de Colniza, que fez a oitiva especial da mulher, que também foi vítima de violência doméstica por parte do suspeito. Ela narrou que, mesmo grávida do criminoso, ele a agrediu diversas vezes e, quando tentou denunciar na polícia a violência sofrida, o homem disse que a mataria junto com sua família.

Durante interrogatório, ele negou as ameaças contra a esposa, disse que deixava a arma, uma carabina, em casa, mas descarregada, e confessou que passava as mãos na criança.

O juiz plantonista que deferiu pela prisão preventiva destacou que a “medida extrema se mostra necessária” diante da materialidade e autoria dos crimes confirmadas nos materiais apreendidos, nos laudos periciais da vítima e depoimento da mãe da criança.

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