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Grávida diz que matou pai e irmão de rival para defender sua família

 
 

Em depoimento à Polícia Civil, Bruna Tatiane Evangelista Felski, 26, grávida de 8 meses, disse que atirou contra pai e filho da suposta amante do seu marido para ‘defender sua família’. Disse ainda que estava ‘cega’ e ‘desesperada’. O depoimento durou mais de 4 horas. O crime resultou na morte de Marcelo de Barros, 37, e do pai dele, Genuir de Barro, 67.

Segundo o delegado Getúlio Daniel, a ‘trama’ é bastante complexa, já que envolve ao menos 8 pessoas, entre suspeitos, vítimas e testemunhas. O objetivo agora é esclarecer os fatos e indicar a autoria de cada um.

“A principal suspeita dos disparos se apresentou e interrogamos ela. Foi um longo depoimento, durou mais de 4 horas. Não houve qualquer prisão, por flagrante ou por mandado, já que não existia mais flagrante”, lembrou.

Bruna está grávida de 8 meses. Delegado afirmou que investiga crimes de dois homicídios, porte de arma, crimes contra a honra lesão corporal e vias de fato. O objetivo é que cada um seja julgado por suas condutas individuais.

Getúlio não descarta ainda a necessidade de uma reprodução simulada na cena do crime. Novos interrogatórios serão realizados ao longo do dia.

Dia do crime

No sábado (22), Bruna estava indo para a fazenda do marido junto com os pais. Já no local, lembrou que a casa da suposta amante do marido ficava 600 metros. Por isso, decidiu ir até lá falar com o pai dela, contar que a filha estava tendo um caso com o seu marido – descoberto após ela flagrar mensagens entre os dois no celular do homem. 

A situação saiu do controle no local. “A interrogada relatou ao pai de M. [suposta amante] sobre o caso da filha e seu esposo; que o pai de M. chamou sua esposa, que já chegou gritando, alterada; que M.T. xingava a interrogada de vários palavrões, como vagabunda”, diz trecho do depoimento.

Ela relatou ainda que Marcelo de Barros chegou na cena da confusão e foi para cima da sua mãe. Que ele xingava muito e chegou a bater a porta do carro na mãe dela. Afirmou ainda que ele estava alterado e deu um soco na cara dela e a jogou no chão.

O pai de Bruna pegou um facão que estava em seu carro e foi aí que tudo aconteceu. “O irmão de M. foi para cima dele e o conteve. Que a interrogada assustada pegou a arma para defender o pai, pois a vítima estava tentando agredi-lo; que atirou contra Marcelo quando ele corria atrás do pai – que estava com facão na mão”.

Segundo Bruna, ela disparou sem direção cerca. Depois que atirou no Marcelo, o pai dele foi em direção dela, que com medo, atirou novamente ‘para se defender e defender sua família’. Após os tiros a arma caiu no chão.

Depois disso, ela conta que M. pulou em cima dela e começou novas agressões. Contou que só conseguiu sair do local quando o pai bateu com o facão na M. Na fuga, ela jogou o ‘pente’ da arma utilizada em um rio da cidade. No dia seguinte, saiu de casa por segurança.

 

A arma é do marido de Bruna. Ela afirma que ele tem o registro, mas não tem posse. Que sempre andou armado. Ela ressalta que nunca fez treinamento de tiro.

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