Um dos homens presos pela Polícia Civil por envolvimento no assassinato de Alexsander Aparecido Antunes de Oliveira, de 29 anos, em Tangará da Serra, foi detido pela Polícia Civil com o corpo coberto de hematomas. O que chamou a atenção dos policiais é que o próprio suspeito, que teria ajudado a executar a vítima em nome do “tribunal do crime”, foi posteriormente espancado pela mesma facção criminosa da qual fazia parte.
Menos de um mês após o crime, o suspeito acabou sendo julgado pelo próprio CV e foi punido com pauladas nas costas, possivelmente por desobedecer alguma ordem interna ou por falhas cometidas durante o crime. Ao ser preso pela Polícia Civil, os agentes perceberam diversos hematomas arroxeados pelo corpo, principalmente nas costas.
Alexsander foi atraído até o local da emboscada e, ao perceber a armadilha, tentou fugir de moto, mas foi alcançado, amarrado, torturado e executado com um tiro na cabeça.

