segunda-feira, 20 maio 2024
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Assassino de jovem em Colniza é achado enforcado em mata no estado do Amazonas

 

A Polícia Civil chegou à identidade do executor do assassinato de Robertha Holander, de 21 anos, morta na cidade de Colniza, na semana passada. O autor do crime é Melquesedeque Rodrigues Barboza, de 22 anos, encontrado morto na cidade de Novo Aripuanã, no estado do Amazonas.

O corpo de Robertha foi encontrado com marcas de ferimentos causados por faca e degolamento, às margens do rio Posto Fiscal, em uma mata próxima à rodovia, no dia 28 de dezembro. Ela trabalhava em uma conveniência da cidade e um familiar procurou a polícia depois que a vítima não chegou em casa, após sair do trabalho.

De acordo com o delegado de Colniza, Giuliano Bertucini, a investigação já tinha elementos que comprovavam a autoria do crime e a equipe policial seguia à procura do suspeito. “Estávamos no encalço dele e havia informações de que ele tinha fugido para Juína e depois Aripuanã. No sábado, recebemos a informação de ele foi encontrado morto no Amazonas, enforcado”, explicou o delegado.

Com a colaboração da polícia amazonense, a Delegacia de Colniza confirmou a identidade do suspeito. “O empenho da equipe policial, que não parou de trabalhar um minuto para a resolução do caso, possibilitou apurar as circunstâncias que demonstraram sua fuga do distrito da culpa”, acrescentou o delegado.

Crime e fuga

O corpo de Melquesedeque Rodrigues foi encontrado no meio de uma mata, enforcado a uma árvore, na cidade de Novo Aripuanã, onde populares o encontraram e acionaram a Polícia Militar. Conforme a apuração da polícia local, ele se hospedou em um hotel da cidade.

De acordo com a investigação da Delegacia de Colniza, câmeras de segurança mostraram o trajeto em que o suspeito fez, desde e o momento em que pegou Robertha no local em que ela trabalhava e saiu com a vítima. O suspeito estava sem capacete e foi identificado pelas roupas e a motocicleta que conduzia. A vítima também estavam com as mesmas roupas que usava pouco antes na conveniência, onde trabalhava.

Em Novo Aripuanã, o funcionário do hotel em que o suspeito se hospedou foi ouvido pela polícia e declarou que Melquesedeque chegou ao estabelecimento no dia 30 de dezembro, pediu um apartamento e depois perguntou sobre restaurantes e onde era a delegacia da cidade. Conforme o declarante, o suspeito chegou ao hotel bastante assustado e estava com as roupas sujas e molhadas e somente no dia seguinte, o funcionário do hotel ficou sabendo da morte de Melquesedeque.

“A execução do crime está solucionada. Ainda vamos continuar as investigações para entender a motivação do crime e se houve participação de outras pessoas no auxílio ao assassino, de alguma forma. A vítima era uma pessoa bastante conhecida na cidade e o crime chocou a população”, concluiu o delegado Giuliano Bertucini.

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