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MT-246 é bloqueada em Barra do Bugres. Bloqueios também em Tangará, Sapezal e Campo Novo

Está bloqueado desde a noite de ontem (domingo, 21) o tráfego de veículos na rodovia estadual MT-246, em Barra do Bugres, proximidades da ponte sobre o Rio Paraguai, saída para Cuiabá (foto acima de bloqueio anterior no mesmo local).

O bloqueio é promovido pelo movimento denominado ‘Resistência Civil’ e permite apenas passagem de ambulâncias, veículos oficiais, cargas vivas e casos considerados especiais. A Polícia Militar monitora a situação.

Bloqueio na MT-358 ocorre no Trevo da Melancia, em Tangará da Serra.

Em Tangará da Serra, o bloqueio acontece na MT-358, no Trevo da Melancia. As restrições ao tráfego são idênticas às de Barra do Bugres.

Outros dois pontos acontecem em Campo Novo do Parecis, Sapezal e Campos de Júlio, na BR-364 e MT-235. Nestes pontos, indígenas engrossam os protestos.

Motivação

Os manifestantes deixam claro que a revolta é pelo resultado das eleições presidenciais desse ano, mas não necessariamente pela derrota do atual presidente Jair Bolsonaro e, sim, contra a eleição de Lula, do PT, apontado como líder de grandes esquemas de corrupção enquanto esteve na presidência da República, entre 2003 e 2010. O petista ainda figura como acusado em processos por corrupção que ainda serão julgados.

 
Há, ainda, o temor pela instalação, por Lula e seus correligionários, de um regime totalitário comunista no País, o que significa riscos à propriedade e dominação da população com o poder concentrado em um pequeno círculo governante e dominador.

Os revoltosos também apontam como motivação o que chamam de ‘ditadura do Judiciário’, alegando excessos cometidos principalmente pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes. A agressão verbal de outro ministro, Luís Roberto Barroso, contra um cidadão brasileiro nos Estados Unidos também causou indignação. Na oportunidade, ao ser interpelado quanto a suspeitas sobre as urnas eletrônicas, Barroso utilizou de linguagem similar à utilizada pelo crime organizado: “Perdeu, Mané! Não amola!”.

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