Nova Olímpia viveu, nos últimos dias, momentos que certamente entrarão para a história do município. Com quatro dias de super shows e uma organização impecável, o Centro de Eventos foi palco de alegria, reencontros e entretenimento de alta qualidade para as famílias da nossa região. Entretanto, enquanto a maioria celebrava o sucesso estrondoso do evento, uma pequena parcela de frequentadores resolveu deixar uma marca negativa que contrasta violentamente com o brilho da festa.
O banheiro masculino do Centro de Eventos, que havia passado por uma reforma completa e estava em condições impecáveis, foi alvo de um vandalismo gratuito e vergonhoso. Quem entrou no local deparou-se com uma cena de destruição: portas arrancadas, pias arrancadas, louças quebradas e um rastro de sujeira que ignora qualquer princípio básico de cidadania. O que torna o cenário ainda mais absurdo é o fato de que a organização do evento disponibilizou baterias completas de banheiros químicos para atender todo o público presente. Ou seja, não houve necessidade ou falta de opção que justificasse o uso predatório; o ato foi movido puramente por maldade e intenção de destruir o patrimônio público.
É triste observar que, em meio a um investimento tão alto para proporcionar lazer e dignidade à população, existam pessoas capazes de depredar o que pertence a todos. O dinheiro utilizado para consertar o que foi quebrado agora é um recurso que deixa de ser aplicado em outras melhorias para a própria comunidade. A festa foi maravilhosa e histórica, sim, mas essa atitude isolada é o retrato de um comportamento que não combina com a Nova Olímpia que queremos construir.
Fica o alerta e o pedido de conscientização: o patrimônio público é de cada um de nós. Destruir um bem comum, especialmente quando toda a estrutura de suporte foi oferecida, é um ataque à própria coletividade. Esperamos que o sucesso dos shows seja o que prevaleça na memória de todos, mas que o lamento por esse ato de selvageria sirva para que a vigilância e o cuidado com o que é nosso sejam cada vez maiores.


