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Capital mais antiga do Brasil é a 16ª cidade mais ameaçada do mundo de ser engolida pelas águas

Recife carrega o título de capital mais antiga do país e também o de uma das mais vulneráveis ao aumento do nível do mar. Estudos internacionais colocam a cidade na 16ª posição global entre as mais expostas.

A combinação de baixa altitude, ocupação intensa e desigualdade amplia os riscos. Especialistas reforçam que o cenário não indica desaparecimento, mas alerta para desafios urgentes.

Créditos: Wikipédia

A prefeitura decretou emergência climática em 2019 e incluiu o tema no ensino municipal. A medida busca conscientizar a população sobre impactos que já são percebidos.

As mudanças atingem áreas densamente povoadas e patrimônio histórico situado perto da costa. Esses fatores tornam necessárias ações permanentes de adaptação.

Pesquisadores discutem alternativas no Recife Exchange Netherlands

A capital recebe um fórum internacional dedicado ao debate sobre estratégias frente ao avanço do mar. O encontro promove trocas entre pesquisadores brasileiros e holandeses.

O tema central aborda as águas como patrimônio e discute soluções aplicadas em cidades que enfrentam desafios semelhantes. A participação é gratuita e aberta ao público.

O professor Marcus Silva, da UFPE, explica que o aumento global do nível do mar chegou a até 40 centímetros no século passado. Ele ressalta que o impacto varia conforme a geografia local.

Recife, por estar praticamente ao nível do mar e próxima de áreas estuarinas, sente os efeitos de forma mais intensa. Outras capitais costeiras apresentam riscos menores pela altitude.

Os especialistas destacam que o avanço ocorre de forma acelerada, mas não implica que cidades serão submersas. A previsão é de problemas graduais que afetam mobilidade, saneamento e moradia.

Ações de adaptação e resposta do poder público

Entre as soluções discutidas está a recuperação de trechos da orla, como a engorda da Praia de Boa Viagem. Intervenções semelhantes já ocorreram em cidades vizinhas com bons resultados.

Os pesquisadores defendem que a convivência com a água deve orientar projetos urbanos. Recife, cortada por rios e canais, precisa reorganizar seu espaço construído.

Autora de livros e poesia, diariamente atualizando os leitores do Diário da Região.

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