Por isso, reunimos nesta lista cinco supercarros feitos por marcas generalistas. Mas vale uma observação: dois deles são modelos conceito, mas que chegaram muito próximos de serem produzidos. E, como possuem vários elementos comuns a carros regulares dessas marcas, fizeram sua entrada na lista.
Honda NSX
![Honda NSX [divulgação]](https://uploads.automaistv.com.br/2024/04/honda_nsx_1-1320x792.jpg)
Com a primeira geração desenvolvida com ajuda de ninguém menos do que Ayrton Senna, o Honda NSX é um dos mais cultuados supercarros japoneses da história. Ele teve duas gerações, sendo a última híbrida e não tão querida quanto a primeira. Nos Estados Unidos, era comercializado pela marca de luxo Acura.

Por mais que a Volkswagen já tivesse várias marcas, a virada do milênio fez com que eles acreditassem que pudessem vender desde um Gol até um sedan ultraluxuoso e um dos supercarros mais malucos da história. O W12 teve três protótipos feitos, todos com o motor que depois equipou o Bugatti Veyron, que tinha chave reserva de Gol. O mundo dá voltas…

Talvez o maior exemplo de supercarros de marcas generalistas seja o Chevrolet Corvette. Afinal, desde os tempos em que o Chevette era vendido, o Corvette também estava lá no showroom da GM. Hoje em dia ele é ainda mais um esportivo de elite, afinal, tem motor central-traseiro como manda a cartilha.

Com um motor V6 2.8 de rally, o Peugeot Oxia teve duas unidades produzidas e é, até hoje, o carro mais potente e rápido da história da marca. Afinal, são 680 cv e 350 km/h de velocidade máxima. Esse supercarro francês trazia faróis e lanternas bem parecidas com as do 405 e quase foi produzido em série.

Além de existir em uma época na qual você tinha um Fiesta sendo vendido ao lado de um dos supercarros mais respeitados da história, o Ford GT tem uma história própria bem interessante. Afinal, ele só surgiu para que a Ford pudesse fazer a Ferrari engolir seu ego depois de Enzo Ferrari se recusar a vender sua marca aos norte-americanos.








