terça-feira, 21 abril 2026
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Energia elétrica ficará mais cara neste mês; falta de chuva pode piorar

Após cinco meses sem cobrança extra, consumidores terão acréscimo de R$ 1,88 a cada 100 kWh; Aneel alerta para possível piora nos próximos meses.

A conta de luz dos brasileiros ficou mais cara desde quarta-feira (1) com o fim da bandeira verde e a volta da bandeira amarela, que acrescenta R$ 1,88 a cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos.

A mudança foi anunciada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), após cinco meses sem cobrança extra nas faturas.

O motivo, segundo a agência, é a transição para o período seco, quando os reservatórios das hidrelétricas, principal fonte de energia do país tendem a ficar mais baixos. Apesar das chuvas recentes, elas não foram suficientes para encher os reservatórios nas regiões mais estratégicas, obrigando o acionamento de termelétricas, mais caras e poluentes.

Alerta para os próximos meses

A situação pode piorar se as chuvas continuarem escassas. Técnicos da Aneel avaliam que, caso o cenário se agrave, o país pode adotar bandeiras mais caras, como a vermelha patamar 1 (R$ 4,46 a cada 100 kWh) ou até a vermelha patamar 2 (R$ 7,87 a cada 100 kWh), a tarifa mais alta do sistema.

Dicas para economizar energia

Especialistas recomendam que os consumidores reduzam o consumo, especialmente no uso de aparelhos como ar-condicionado, chuveiro elétrico e ferro de passar. Pequenas mudanças, como desligar equipamentos em standby e aproveitar a luz natural, podem ajudar a aliviar o impacto no bolso.

Por enquanto, a expectativa é que a conta não suba ainda mais, mas o recado da Aneel é claro: a energia vai ficar mais cara, e o momento é de atenção para evitar surpresas nas próximas faturas.

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