O crescimento da população evangélica no Brasil tem se consolidado, de acordo com um estudo publicado em 2025 pela consultoria Mar Asset Management.
Os dados projetaram que 35,8% da população em 2026 será composta por evangélicos, grupo que tem sido pilar das políticas da direita e do bolsonarismo.

Das 5 regiões do Brasil, o Centro-Oeste é o vice-líder no crescimento do número de evangélicos com 43%.
Embora esses dados tenham analisado o panorama até 2022, há um desgaste enfrentado pelo presidente Lula na aproximação com o público evangélico do país há anos. Essa desconfiança tem se fortalecido com o posicionamento frequente de líderes religiosos que criticam a postura do presidente, bem como seu partido político.
Uma pesquisa Genial/Quaest de 2024 mostrou que a desaprovação ao trabalho de Lula chega a 62% entre os evangélicos — era de 56% em dezembro de 2023 —, enquanto na média geral da população o índice era de 46% à época.
Já a avaliação negativa da gestão subiu 12 pontos percentuais no período e foi a 48%.


