Essas vitórias podem equilibrar a disputa com o União Brasil nas articulações para 2026, ano em que serão escolhidos novos governador, senadores, deputados estaduais e federais. Ambos estão no espectro mais à direita na política.
O MDB (Movimento Democrático Brasileiro) e o PSB (Partido Social Brasileiro) estão mais ao centro. Tanto um quanto o outro tiveram divisões sobre em quem votar no segundo turno em Cuiabá, onde apareceu mais a polarização entre direita e esquerda. MDB vai exercer mandato em 17 cidades e, o PSB, em 15.
O Republicanos fecha o pódio dos partidos com mais eleitos, com 12 vitórias. No cenário do momento, União Brasil, PL e Republicanos já estão envolvidos nas articulações para daqui dois anos. O governador Mauro Mendes (União Brasil) apoia a eventual candidatura de seu vice Otaviano Pivetta (Republicanos).
O PL encerrou o ciclo com mais força e não descarta ter um candidato próprio em 2026, mas, ao mesmo tempo, diz que uma aliança com o União Brasil para disputar as duas vagas ao Senado é viável.
O PSB também mudou de expectativa. O presidente do diretório estadual, deputado Max Russi, já disse que é o partido tem condições de cogitar um candidato ao governo. Com o comando dele da Assembleia Legislativa, a chance tende a crescer.
Esses cinco partidos somam mandatos em 126 cidades. As outras 16 vão ser governadas por PP (4), PRD (4), PSDB (3), PSD (2), NOVO (1) e PODE (1).



