Mais de 7.500 mil famílias indígenas de Mato Grosso possuem o direito ao benefício da Tarifa Social de Energia Elétrica, mas ainda não estão cadastradas na concessionária. O benefício pode ser de até 100% nas faturas de energia para os indígenas e quilombolas.
Desde a Lei aprovada no Congresso Nacional e sancionada pela presidência da República, a inclusão de beneficiários do CadÚnico na Tarifa Social passou a ser automática. No entanto, algumas informações que faltam no cadastro impedem que a Energisa consiga encontrar esses clientes.
“Nós precisamos achar e apoiar essas famílias. A Energisa sempre fez a inclusão automática das pessoas que podiam ter acesso ao benefício. Mesmo assim, a gente notava que ainda tinha muita gente que não tinha acesso. Por isso estamos fazendo esse chamamento dos interessados”, explica Gabriela Dias, coordenadora de Leitura da empresa.
“É muito importante frisar então que o cliente que pode ser beneficiado pelo programa tenha a conta de luz no nome dele ou que informe a concessionária que tem na família um beneficiário, pra gente fazer esse vínculo”, destacou Gabriela. Lembrando que o cadastro pode ser feito presencialmente, pelo 0800 e WhatsApp (Gisa).
O benefício é progressivo e vale também para quilombolas. Ou seja, depende do consumo de cada cliente. Veja na tabela específica para população indígena: menor ou igual a 50 kwh – 100%; maior que 50 kwh e menor ou igual a 100 kwh – 40% e maior que 100 kwh e menor ou igual a 220 kwh – 10%.
Além disso, também são beneficiados do programa, as famílias com renda mensal igual ou inferior a meio salário-mínimo por pessoa e inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) do governo federal. Os descontos nesse caso também são altos.
Veja:
Até 30 kWh mensais: 65%;
31 kWh a 100 kWh: 40%;
101 kWh a 220 kWh: 10%.








