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Primeira semana de março tem aumento na cesta básica

Na última semana de fevereiro, o preço era de R$ 771,22 e, neste mês, subiu para R$ 772,25, o equivalente a 0,13%; houve variação em oito dos 13 itens que compõem o grupo

O preço da cesta básica subiu 0,13% no começo na primeira semana de março e atingiu o preço de R$ 772,25, conforme levantamento do Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio Mato Grosso (IPF-MT). Na última semana de fevereiro, o valor da cesta básica estava custando R$ 771,22. Já neste mês, subiu para R$ 772,25. A expansão de apenas R$ 1,03 no valor nominal sobre a última semana de fevereiro foi puxada pela variação positiva de oito dos 13 alimentos que compõem a cesta, segundo o IPF.

A variação positiva no preço médio do feijão, de 2,35%, observada nessa semana e atingindo um custo de R$ 8,01 o quilo, tem relação com uma menor oferta do produto no mercado nacional e até mesmo em outros países. Apesar do aumento, a comparação anual mostra que o feijão está 10,95% menor atualmente.

Com patamar de R$ 10,04 o quilo, o preço médio da banana apresentou variação de 1,40% na semana, o que pode estar ligada a uma oferta maior de alguns tipos de banana, em conjunto a uma menor demanda do período. Em relação ao mesmo período de 2023, o preço atual também está menor, em 4,90%.

O presidente da Fecomércio-MT, José Wenceslau de Souza Júnior, destaca a variação menos expressiva essa semana da cesta básica. “Apesar da alta em alimentos considerados de maior peso, como o tomate e banana, o mantimento apresentou variação quase que nula na capital na primeira semana de março. Também há a permanência do valor atual inferior no comparativo anual, o que colabora para uma perspectiva positiva de consumo”.

Com queda de 3,09%, o valor médio da batata ficou em R$ 8,48 o quilo. A segunda queda consecutiva do produto pode estar ligada ao aumento da oferta do tubérculo, causado por fatores como a diminuição das chuvas nas regiões produtoras e o aumento do plantio, gerando mais disponibilidade ao consumidor final.

No entanto, o superintendente da Fecomércio-MT, Igor Cunha, explica que “apesar da diminuição no preço da batata, observada nas últimas semanas em Cuiabá, o seu custo se mostra cerca de 41% superior na comparação com a mesma semana de 2023. Um outro patamar próximo dos 32% de alta, para a mesma avaliação anual, é do arroz, que esta semana permaneceu quase estável, em 0,06%, mas anualmente ainda está em aumento expressivo”.

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