Uma mulher em visível estado de embriaguez foi presa pela Polícia Militar na quinta-feira (5), após causar uma confusão em um posto de combustíveis localizado em Tangará da Serra. A ocorrência foi registrada por volta das 17h10 e mobilizou uma equipe do 19º Batalhão da Polícia Militar.
De acordo com o boletim de ocorrência, os policiais foram acionados por funcionários do estabelecimento, que relataram que a mulher estaria provocando danos à conveniência do posto, além de apresentar comportamento agressivo.
Ao chegarem ao local, os militares encontraram a suspeita em visível estado de embriaguez alcoólica. Segundo relatos de testemunhas, a mulher teria feito ameaças e agredido funcionários do estabelecimento.
Durante o atendimento, uma funcionária informou aos policiais que uma criança de apenas 8 anos estava no escritório do posto, chorando e demonstrando sofrimento diante da situação. Em conversa com a equipe policial, o menino, filho da suspeita, relatou que a mãe consumia bebidas alcoólicas com frequência e que em algumas ocasiões também o agredia.
Outro funcionário contou que sofreu um ferimento em um dos dedos da mão ao tentar conter a mulher durante a confusão.
Diante da situação a suspeita foi encaminhada ao Centro Integrado de Segurança e Cidadania (CISC), juntamente com seu filho e o veículo que conduzia.
Segundo o registro policial, no interior do automóvel havia um copo contendo bebida alcoólica e diversas garrafas vazias.
Ainda conforme o boletim, o Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar a situação envolvendo a criança.
A mulher também teria deixado uma despesa pendente de aproximadamente R$ 240, referente ao abastecimento do veículo.
A ocorrência não terminou no posto de combustíveis. Durante o deslocamento até a delegacia, a mulher teria passado a insultar os policiais, utilizando palavras ofensivas e fazendo ameaças.
Conforme o boletim, ela também apresentou resistência ao ser informada de que receberia voz de prisão e seria colocada no compartimento destinado aos presos da viatura.
O caso foi encaminhado à Polícia Civil para as providências cabíveis. As circunstâncias envolvendo as ameaças, os danos relatados e a situação da criança deverão ser apuradas pelas autoridades competentes.








