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Política

04/08/2018 20:36 Gilberto Leite - Rdnews

50% de renovação da bancada de MT na Câmara é garantida, devido à desistência de 4 deputadosTarso Nunes

Valtenir Pereira, Carlos Bezerra, Ezequiel Fonseca e Victório Galli devem buscar recondução à Câmara Federal

Na direção do clamor popular, que pede a renovação da política, metade das vagas a deputado federal por Mato Grosso não será ocupada pelos que já estão no mandato. Caso confirmado as candidaturas e em eventual reeleição daqueles que já possuem mandato, o número é o mesmo que ocorreu há quatro anos, em 2014, quando houve renovação de 50%.

À época, quatro das oito vagas foram ocupadas por estreantes, sendo eles Adilton Sachetti (PRB), Fabio Garcia (DEM), Victório Galli (PSL) e Ezequiel Fonseca (PP).

Desses, apenas Galli e Ezequiel vão à reeleição, além de Carlos Bezerra e Valtenir Pereira (ambos do MDB) que vão tentar o 5º e 4º mandatos, respectivamente. Dos que não tentarão a renovação do mandato, Nilson Leitão (PSDB) e Adilton Sachetti (PRB) tentam alçar voos mais altos na disputa à senatoria. Apenas Ságuas Moraes (PT) tende a deixar a vida pública.

A surpresa ficou por conta de Fabio, que desistiu de concorrer à reeleição e será o 1º suplente na vaga ao Senado, do ex-senador Jayme Campos (DEM).

Na eleição de 2014, quando as manifestações populares ainda estavam latentes na população, a renovação na Câmara Federal atingiu 50%. À época foram reeleitos Leitão, Ságuas, Bezerra e Valtenir.

Para o analista político Alfredo da Mota Menezes, a tendência é que neste ano a renovação fique na casa dos 30%. Um dos fatores para essa redução, segundo o professor, é a minirreforma eleitoral que beneficiou quem já é detentor do mandato. “Ao encurtar a campanha eleitoral, de 90 para 45 dias, e o horário gratuito de 45 para 35 dias, sob alegação de economizar, no fundo é porque aqueles mais conhecidos se beneficiam do período mais curto”, explica ao .

Outro fator levantado por Alfredo é acerca do financiamento público de campanha, o chamado fundo partidário. Analisa que por mais que as regras pré-definam a distribuição do recurso, os titulados caciques das legendas sempre “abocanham” a maior parte da verba.

O analista alerta ainda que nessa eleição o número de abstenções e votos nulos devem ser o maior da história. Isso, segundo ele, inibe a renovação nas proporcionais. “Não será a renovação como se espera, mesmo tendo toda essas operações nos últimos anos. Devemos chega a no máximo 30%”, sustenta.

 


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