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Política

09/04/2018 06:21 RDnews

5 dos 11 integrantes da bancada federal de MT trocaram de partido nesta legislatura

Cinco dos 11 integrantes da bancada federal de Mato Grosso que estão no exercício do mandato trocaram de partido no decorrer da legislatura que iniciou em 1º de fevereiro de 2015. O levantamento considera a janela legal que encerrou nesse sábado (07). Os campeões do troca-troca são o deputado federal Valtenir Pereira e o senador José Medeiros.

Valtenir foi eleito pelo PSB, mas passou por outros três partidos nestes três anos de mandato. Migrou para o Pros, PMB, MDB e retornou a sigla socialista para presidi-la em Mato Grosso, gerando crise que resultou em debandada de deputados estaduais e federais. Depois de esvaziar o PSB, a situação de Valtenir ficou insustentável na sigla por conta da mudança no comando determinada pela direção nacional. Por isso, voltou ao MDB para disputar à reeleição em outubro.

Já Medeiros, que era suplente e foi efetivado quando o governador Pedro Taques (PSDB) renunciou para assumir o Governo do Estado, foi eleito pelo PPS. Depois migrou para o PSD e quando percebeu que não conseguiria viabilizar projeto de reeleição pela sigla social-democrata, mudou para o recém-criado Podemos.

Senadores

Wellington Fagundes e Cidinho Santos, que é suplente do ministro da Agricultura Blairo Maggi, foram eleitos pelo PR. Ambos permanecem na legenda republicana. Empossado em 2015, Wellington está na metade do mandato. Já Cidinho anunciou que deixa a vida púbica a partir deste ano.

Blairo Maggi é o titular da vaga ocupada por Cidinho e está licenciado enquanto comanda o ministério. Eleito pelo PR, chegou a anunciar filiação ao MDB, mas acabou se abrigando no PP para garantir a indicação ao cargo que ocupa no Governo Michel Temer (MDB).

Deputados federais

 Entre os deputados federais, Fabio Garcia e Adilton Sachetti deixaram o PSB. A saída foi motivada pelo retorno de Valtenir ao partido. Fabio se abrigou no DEM e Sachetti assinou ficha de filiação no PRB. As duas siglas não elegeram deputado federal em Mato Grosso, mas foram reforçadas pela migração dos ex-socialistas que serão candidatos à reeleição.

Eleito pelo PSC, Victório Galli migrou para o PSL e também disputará a reeleição. Acompanhou o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL-RJ) para presidir a sigla no Estado e coordenador sua campanha eleitoral.

Os deputados estaduais Carlos Bezerra (MDB), Ságuas Moraes (PT), Ezequiel Fonseca (PP) e Nilson Leitão (PSDB) seguem nos partidos pelos quais foram eleitos em 2014. O única que não deve disputar a reeleição é Ságuas.


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