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Caso Lilian Calixto

Erro Médico 18/07/2018 22:20 Por Alba Valéria Mendonça, G1 Rio

Justiça nega habeas corpus a Dr. Bumbum; namorada é transferida

Renata Cirne estava detida desde domingo na 16ª DP (Barra da Tijuca) e foi para cadeia em Benfica. Médico e a mãe estão foragidos.

A Justiça do Rio negou na manhã desta quarta-feira (18) um habeas corpus para o médico Denis Cesar Furtado, o Dr. Bumbum, e a mãe dele, Maria de Fátima Furtado. Eles estão foragidos desde que tiveram a prisão preventiva decretada e foram indiciados pela morte da bancária Lilian Calixto.

A namorada de Denis Cesar Furtado, foi transferida nesta quarta para o Centro de Triagem de Benfica, na Zona Norte do Rio. Desde domingo (15), Renata Fernandes Cirne, de 19 anos, estava detida na 16ª DP (Barra da Tijuca).

Ela trabalhava como secretária dele e foi presa em flagrante, após marcar com um taxista para pagar os pertences da vítima Lilian Calixto, que morrera após o procedimento de preenchimento dos glúteos feito na cobertura do médico.

A advogada Valéria Vieira disse que contra Renata havia dois pedidos de prisão. Um deles foi revogado. Ela saiu da delegacia algemada.

Depois, foi levada para o Instituto Médico-Legal (IML), no Centro do Rio de Janeiro, para passar por um exame de corpo de delito. Às 11h, ela chegou a Benfica.

Namorada do médico Denis Furtado é presa no Rio de Janeira

"Entramos com um habeas corpus para liberar a Renata, que é inocente. Estamos aguardando o julgamento. Acredito que ainda hoje, até o final do dia, teremos uma decisão", disse a advogada, que acredita que a prisão de Renata é uma forma de pressionar o médico para que ele se entregue.

Renata teve prisão temporária expedida por homicídio doloso qualificado (por motivo fútil) e associação criminosa, assim como o médico, a mãe dele, a médica Maria de Fátima Barros Furtado, e a auxiliar Rosilane Pereira da Silva. Denis e a mãe estão foragidos. A prisão de Rosilane não foi autorizada pela Justiça.

A causa da morte de Lilian ainda não foi divulgada. Ela foi à casa do médico de táxi, enquanto o taxista ficou na portaria aguardando. Com a demora, o motorista ligou para a passageira. Denis deu R$ 300 ao motorista e o dispensou, dizendo que Lilian ia demorar porque era um jantar.

De carro e acompanhado da namorada, o médico levou a paciente ao Hospital Barra D'Or. Quando ela morreu, Denis foi embora. Ele não informou os colegas que a atenderam sobre o procedimento estético, de acordo com a polícia.


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