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Acontecimentos

11/07/2019 08:09

Juiz aceita denúncia e Arcanjo, genro e mais 11 integrantes da Colibri se tornam réus e continuam presos

O juiz Jorge Luiz Tadeus Rodrigues, da Sétima Vara Criminal de Cuiabá, acatou a denúncia do Ministério Público Estadual (MPE) contra integrantes da “Colibri”, organização criminosa ligada ao jogo do bicho, liderada pelo ex-comendador João Arcanjo Ribeiro e por seu genro Giovanni Zem Rodrigues. Com essa decisão desta quarta-feira (10), Arcanjo, Zen e outras 11 pessoas réus na ação penal oriunda da Operação Mantus, deflagrada no último dia 29 de maio. Ele também manteve a prisão dos réus.

São eles Adelmar Ferreira Lopes, Agnaldo Gomes de Azevedo, Augusto Matias Cruz, Breno Cesar Martins Augusto Matias Cruz, Bruno Cesar Aristides Martins, José Carlos de Freitas, Marcelo Gomes Honorato, Mariano Oliveira da Silva,Noroel Braz da Costa Filho, Paulo Cesar Martins, Sebastião Francisco da Silva e Valcenir Nunes Inerio.

Os membros da Colibri são acusados de atuarem no jogo do bicho em Mato Grosso e em outros estados. “Os elementos informativos coletados apontam que a organização criminosa identificada como Colibri se vale de práticas violentas, como extorsão mediante sequestro ameaças, para manter o monopólio da região comandada, estabelecendo uma verdadeira concorrência entre as organizações na manutenção dos pontos de jogos, bem assim, na aquisição de novos pontos”, diz trecho da decisão do juiz.

O magistrado afirmou ainda que as provas indicam a participação dos réus na organização criminosa, “apontando veementes indícios da autoria materialidade delitiva, de modo que, ao meu sentir, permanecem inalterados fortalecidos os fundamentos que levaram ao decreto da prisão preventiva destes réus”.

O magistrado ainda citou que durante o cumprimento de busca e apreensão na residência de Arcanjo, vários produtos e documentos que comprovariam a sua participação na prática do jogo do bicho foram encontrados. “Em relação ao acusado João Arcanjo Ribeiro, nota-se que foram apreendidos em seu quarto, bem assim na sala em que desempenhava sua atividade lícita, na Empresa Estacione, grande valor monetário, em espécie, cuja origem deverá ser auferida no curso da instrução processual”.

Fonte:https://odocumento.com.br


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